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19 setembro, 2016

Hoje na História... Do Mensalão [ 19 de Setembro ]


19/9/2005 "Lula reúne-se a portas fechadas com o presidente da Câmara dos Deputados, Severino Cavalcanti (PP-PE). A conversa leva uma hora. O Palácio do Planalto não permite que a reunião seja fotografada. Severino entrou pela garagem, para evitar ser visto em público. Do que transpira do encontro, Severino Cavalcanti recebeu garantias do presidente de que o ministro das Cidades, Márcio Fortes (PP-RJ), será mantido no cargo. A indicação de Severino continuará valendo durante o segundo mandato de Lula.

O presidente da Câmara vai renunciar. Da mesma forma que Márcio Fortes, José Maurício Valadão Cavalcanti, filho de Severino, permanecerá no posto de superintendente federal de Agricultura em Pernambuco. Continuarão empregados em cargos de confiança na Câmara, ainda, os seguintes parentes de Severino: Olga Maria, nora; Catharina, filha; Marlene Cavalcanti, irmã; e Rafaella, neta. Todas com vencimentos entre R$ 1.600 e R$ 7.500.

O TCU (Tribunal de Contas da União) divulga resultado de auditoria que apontou indícios de lucros excessivos por parte da GDK, a empresa contratada pela Petrobras que ficou famosa ao dar um jipe Land Rover de presente ao ex-secretário-geral do PT, Silvio Pereira. Auditores do TCM encontraram indícios de superfaturamento de R$ 7,2 milhões, e sobrepreços de outros R$ 48,9 milhões. O suspeito "lucro excessivo" também foi obtido por despesas financeiras em duplicidade, direcionamento de licitação e falhas na elaboração de orçamentos em dois contratos de R$ 160 milhões.

mensagem
📄 Os 403 Dias Do Mensalão

31 julho, 2016

Socialismo É Escravidão!!!

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▶ Socialismo É Escravidão!!! ◀
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Que o socialismo bolivarianos não funciona na Venezuela, é algo tão evidente que até o mais míope sabe. O país que recentemente fechou cervejarias, Big Macs, a falta de papel higiênico que virou piada, ten agora a própria moeda que está à beira de ficar inviável por custar mais caro imprimir do que elas valem. Quanto ao porquê disto estar acontecendo para a esquerda ignorante que vê e não confessa, desenhemos, o erro foi abandonar o livre mercado de preços eo sistema de livre informação na alocação da economia.

A longa experiência, dura e amarga nos mostra que essas duas coisas são simplesmente essências para se ter uma economia que opere em qualquer coisa de maneira aceitável. Simplesmente não há outro método de planejamento ou gestão capaz, com exceção dos mercados, de lidar com a complexidade de uma economia.

E, no entanto apenas quando se pensa que a Venezuela está no fundo do poço, Maduro e os compadres conseguem cavar cada vez mais. Eles já trouxe de volta a escravidão agrícola: É inteiramente verdade que esta não é a escravidão, mas é muito semelhante à servidão. O camponês devia trabalhar um certo número de dias do ano na terra do senhor. Embora com a servidão não fosse realmente um quid pro quo: o senhor defendia o servo em troca; É assim que a instituição surgiu.

A maior necessidade de defesa da Venezuela é da idiotice do governo socialista, por isso, forçando-nos a afirmar que eles são um insulto à maldade humana, são piores, por...

O Presidente Nicolás Maduro assinou um decreto no final da semana passada, que dá poderes ao Ministério do Trabalho de forçar 📄 "todos os trabalhadores do setor público e privado, com capacidades físicas suficientes e know-how técnico" a participar de trabalhos destinado a aumentar a produção de alimentos. Eles podem serem obrigados a trabalhar no setor agrícola, por um período de 60 dias que pode ser prorrogado por mais 60 dias "se as circunstâncias o exigirem".


Socialismo É Escravidão



27 maio, 2016

A angústia do povo Venezuelano antes do colapso do Socialismo




Fotos por Alejandro Cegarra.

As filas externas em supermercados da Venezuela pode se estender por horas, serpenteando pelas calçadas dobrando à direita em torno dos cantos. Cada um é como se fosse um fusível preste a estourar. Será que eles vão explodir? A Venezuela murcha um pouco mais a cada semana. Qual outro setor de alimentos, remédios ou setor industrial vai parar, trazendo o ponto de ruptura mais rápido?


Guerra Fria / Venezuela



A mãe de Gabriel Vizcaya chorando sobre seu caixão. Gabriel morreu pela explosão de uma granada durante confronto entre policiais membros de gangs.


Guerra Fria / Venezuela



O pai de Gabriel Vizcaya atirando uma rosa para honrar o descanso do filho.


Guerra Fria / Venezuela



As tropas da Guarda Nacional no policiamento de filas nos supermercados com seus escudos e cassetetes, cada vez mais nervoso.


Guerra Fria / Venezuela



Panorâmica da favela Petare Caracas.


Guerra Fria / Venezuela



A espera na fila dos supermercados estatais.


Guerra Fria / Venezuela



Guarda Bolivariana em formação.


Guerra Fria / Venezuela



Os efeitos do gás lacrimogêneo utilizado para desfazer os protestos da oposição.


Guerra Fria / Venezuela



McDonald's fechado em Caracas por falta de alimentos que elevou aos céus o preço da alimentação.


Guerra Fria / Venezuela



Menino venezuelano sozinho em parque abandonado da presença da comunidade.


Guerra Fria / Venezuela



Corredor de supermercado abastecido... De vinagre, note a ironia da foto na propaganda ao fundo, o preço justo do socialismo é a destruição da economia e da sociedade por conseqüência.


Guerra Fria / Venezuela



Mulher venezuelana fugindo da Polícia que deveria proteger o povo e não o governo.


Guerra Fria / Venezuela



A crise humanitária pelo desabastecimento gera a necessidade que a polícia organize as filas.


Guerra Fria / Venezuela



Protesto anti-Bolivarianismo.


Guerra Fria / Venezuela



Protesto anti-Bolivarianismo desmanchado por tiro e bomba.


12 maio, 2016

SOCIALISMO E COSTELA




Guerra Fria



Embora pilote minha churrasqueira com razoável competência, não sou perito em cortes de carnes. Li outro dia que o corte de costela é o mais consumido no Rio Grande do Sul. Pessoalmente, porém, não sou bem sucedido nas ocasiões em que tento assá-las. Repete-se algo que muitas vezes ouvi anfitriões comentarem em churrascadas alheias: "Esta costela não é bem aquela". Entende-se por "aquela", nessa frase, a costela ideal, com bastante carne, pouca gordura, osso delgado, macia e saborosa.

Quando me falam em socialismo, em comunismo, sempre me lembro dessas costelas que não dão certo. As experiências históricas com o socialismo jamais correspondem a "aquele" socialismo ao qual o vendedor de ideologia está se referindo. Você refuga a tese apontando os fracassos do socialismo e do comunismo (este definitivamente saiu do vocabulário com vergonha do próprio nome), e o vendedor de ilusões o interrompe para dizer que "aquilo" nunca foi o verdadeiro socialismo. Mas veja só, enquanto a costela, vez por outra, pode exibir um precioso corte "daquela", o socialismo não tem sequer uma solitária laranja de amostra que possa ser observada no pé da laranjeira. Sua principal sedução é assim apontada por Norberto Bobbio:

“O socialismo é cativante porque cada um pode idealizá-lo como desejar”.



A grande acusação que lançam contra o capitalismo ou economia de mercado é a de ser um sistema que beneficia os ricos e responde pela miséria do mundo. No entanto, se dermos uma olhada no mapa da pobreza extrema do World Food Program, veremos que ela se concentra em regiões e nações que não têm e nunca tiveram uma economia baseada na livre iniciativa, no empreendedorismo. Não se conhece um único país cuja sociedade tenha sido rica e que empobreceu devido à sua inserção no mercado global. Do mesmo modo, não se conhece um único país cuja sociedade tenha evoluído econômica, social e politicamente enquanto se manteve num ambiente de economia estatizada e centralizada. Pelo viés oposto, os países europeus e asiáticos que se libertaram do comunismo em fins do século passado e adotaram a economia de mercado encontram-se, hoje, em diferentes mas ascendentes níveis de evolução econômica e social.

Tampouco se conhece uma única sociedade que, tendo vivido sob o regime comunista e dele se libertado, manifeste desejo de retornar àquela desgraceira.


por Percival Puggina. Artigo publicado em 03.10.2014
Membro da Academia Rio-Grandense de Letras, é arquiteto, empresário e escritor e titular do site puggina.org, colunista de Zero Hora e de dezenas de jornais e sites no país, autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia e Pombas e Gaviões, integrante do grupo Pensar+.


01 maio, 2016

UMA CHAMADA PARA UMA AGENDA GLOBAL PARA A IMPRENSA LIVRE

A CALL FOR GLOBAL AGENDA FOR FREE PRESS

Perhaps there is one thing that all of us, free writers around the world, value the most: that is freedom of expression, freedom of thought. We all know that mankind can not progress without inventions, without initiative, without new thinking and new ideas. And yet only through freedom of thought, freedom of expression, can emerge new inventions and new ideas. In his long history of evolution and progress, Mankind has gone through dark ages of mental and spiritual suppression and monopoly. But, no person—no matter how strong and powerful--, and no regime –no matter how authoritarian and brutal-- can stop human beings from thinking, inventing and writing freely and positively. Free thinkers and free writers always outnumber dictators, which permits an ever-open door for Mankind to move forward to the future

This is even more so today in our era of informatics revolution. Information and knowledge are no longer monopolized by a selective elite. They are easily attainable to everyone. Free flow of information and knowledge has become a must for progress and prosperity. The trend of globalisation, both in trade and in culture, has wide-opened the doors for easy and fast exchanges of ideas and products. Both opportunities and challenges become non-frontier for all nations. The only barriers toward progress are erected by the authoritarian governors, whose power is weakened by prosperity and justice, and not by the governed, whose future is promising through challenging perspectives and opportunities.

However, this has not become actualized in many parts of the globe. In many countries, mostly backward and underdeveloped, people are still deprived of basic freedoms, of which freedom of thought, freedom of expression, are deadly taboos. Intellectuals, writers and journalists still have to go through a perilous ordeal to safeguard their natural rights of free thinking, free writing, and free speech. The doors toward free flow, free exchange of ideas and information are still closed to billions of people around the world. Peace, prosperity and justice are thus unknown of to two third of the world. This is the situation now in China, Vietnam and many other countries.

In Vietnam, many writers and journalists are now in jail or house arrested, among them are Pha? Tha?, Nguye? ?nh Huy. Recently, the government confiscated a popular novel entitled 2000 Story (Chuye? Ke?Na? 2000) by Bu? ?nh Ta?. A Vietnamese reporter of Radio Francaise International, Pha? The?Hu?g, was forbidden to carry out his interviews and expelled from Vietnam. Many other foreign reporters are either arrested or harassed and expelled from Vietnam, among them are Arnauld Dubus of Radio Francaise International, Andrew Solomon of Reuter, and recently, Sylvie de Pasquier of L’Express. I call upon the international press community to join me in protesting these violent and repressive actions of the Vietnamese government against reporters and writers.

Since information and knowledge nowadays have become decisive factors of development and progress, freedom of expression, freedom of the press, should be considered as a sine qua non condition, as the means, and not the end of development and progress. As such, in this year of transition to the third millennium, to promote free press should have the priority order in the agenda of all human rights activists, and of all writers and journalists around the world. I strongly believe that such a global agenda for free press will contribute greatly and decisively to the development of a democratic, prosperous and stable international community for all nations.

On The World Press Freedom Day

May 3, 2000 See: « May/02-04/2016 World Press Freedom Day »

Doan Viet Hoat, Ph.D.
Chairman
International Institute for Vietnam
(Washington, DC)
Member, Board of Directorsw World Press Freedom Committee (USA).

Member, Advisory Board
International Society For Human Rights
(Germany)

Visiting Scholar
Columbus School of Law
Catholic University of America
(Washington, DC)

[ Việt Nam Nhân Bản, trời Đông rạng ngời! ]

[ Dân Tộc Ta cùng nhau đứng dậy ]
[ Đồng ca Nhân Bản Tình Thương ]
[ Tự Do, Dân Chủ, quật cường ]
[ Nghìn trang Sử mới dẫn đường Ta đi ! ] [ Bạo tàn đến lúc suy vi ]
[ NGỌN TRIỀU DÂN TỘC đầy uy linh hùng. ]

[ Việt Nam Nhân Bản, trời Đông rạng ngời! ]



UMA CHAMADA PARA UMA AGENDA GLOBAL PARA A IMPRENSA LIVRE

Talvez há uma coisa que todos nós, escritores livres ao redor do mundo, damos mais valor: que é a liberdade de expressão, a liberdade de pensamento. Todos nós sabemos que a humanidade não pode progredir sem invenções, sem iniciativa, sem um novo pensamento e novas idéias. E ainda assim apenas através da liberdade de pensamento, liberdade de expressão, que se podem surgirem novas invenções e novas idéias. Em sua longa história de evolução e progresso, a humanidade passou por idade das trevas da repressão mental, espiritual e monopólio. Mas, nenhuma pessoa, não importa quão forte e poderosa -, e nenhum regime, não importa quão autoritário e brutal - pode parar os seres humanos de pensar, inventar e escrever livremente e de forma positiva. Livres pensadores e escritores livres sempre superam os ditadores, que permite uma porta sempre aberta para a humanidade avançar para o futuro

Isto é ainda mais hoje em nossa era da revolução da informática. Informação e conhecimento não são mais monopolizados por uma elite seletiva. Eles são facilmente atingíveis a todos. Livre fluxo de informação e conhecimento tornou-se uma obrigação para o progresso e prosperidade. A tendência da globalização, tanto no comércio e na cultura, temos todas as portas abertas para trocas rápidas e fáceis de idéias e produtos. Ambas as oportunidades e os desafios tornam-se "sem-fronteira" para todas as nações. As únicas barreiras para o progresso são erguidas pelos governadores autoritários, cujo poder é enfraquecido pela prosperidade e justiça, e não pelos governados, cujo futuro é promissor através de perspectivas e oportunidades desafiadoras.

No entanto, isto não se tornou atual em muitas partes do globo. Em muitos países, a maioria atrasados ​​e subdesenvolvidos, as pessoas ainda são privadas de liberdades básicas, das quais a liberdade de pensamento, liberdade de expressão, são tabus mortais. Intelectuais, escritores e jornalistas ainda têm que passar por uma provação perigosa para salvaguardar os seus direitos naturais do pensamento livre, escrita livre e liberdade de expressão. As portas com fluxo livre, livre troca de idéias e informações ainda estão fechadas para bilhões de pessoas ao redor do mundo. Paz, prosperidade e justiça são, portanto, desconhecido de dois terços do mundo. Esta é a situação agora na China, Vietnã e muitos outros países.

[...] Muitos outros repórteres estrangeiros ou são presos ou perseguidos e expulsos do Vietnã, entre eles estão Arnauld Dubus da Rádio Francaise Internacional, Andrew Solomon da Reuters, e, recentemente, Sylvie de Pasquier de L'Express. Exorto a comunidade da imprensa internacional a se juntar a mim em protesto por estas ações violentas e repressivas do governo vietnamita contra jornalistas e escritores.

Desde que a informação e conhecimento nos dias de hoje tornaram-se fatores determinantes de desenvolvimento e progresso, liberdade de expressão, liberdade de imprensa, devem ser considerado como uma condição sine qua non, como o meio e não o fim do desenvolvimento e progresso. Como tal, neste ano de transição para o terceiro milênio, para promover a liberdade de imprensa devemos ter a ordem de prioridade na agenda de todos os ativistas dos direitos humanos, e de todos os escritores e jornalistas de todo o mundo. Eu acredito fortemente que uma agenda tão global para a imprensa livre contribuirá significativamente e de forma decisiva para o desenvolvimento de uma comunidade internacional democrática, próspera e estável para todas as nações.

Sobre o Dia Mundial da Liberdade de Imprensa

03 de maio de 2000 Ver: « 02-04 de maio de 2016 Dia Mundial da Liberdade de Imprensa »

Doan Viet Hoat, Ph.D.
Presidente
Instituto Internacional para o Vietname (Washington, DC)
Membro do Conselho de Administração Imprensa Comitê Mundial de Liberdade (EUA).

Membro do Conselho Consultivo Sociedade Internacional para os Direitos Humanos (Alemanha)

Visiting Scholar
Escola Columbus da Lei
Universidade Católica da América
(Washington, DC)
[ Việt Nam Nhân Bản, trời Đông rạng ngời! ]

[ Dân Tộc Ta cùng nhau đứng dậy ]
[ Đồng ca Nhân Bản Tình Thương ]
[ Tự Do, Dân Chủ, quật cường ]
[ Nghìn trang Sử mới dẫn đường Ta đi ! ] [ Bạo tàn đến lúc suy vi ]
[ NGỌN TRIỀU DÂN TỘC đầy uy linh hùng. ]

[ Việt Nam Nhân Bản, trời Đông rạng ngời! ]

Direitos Humanos no Vietnã, o Sol radiante do Oriente!

[ Việt Nam Nhân Bản, trời Đông rạng ngời! ]

Ver: « "[...]Eu quero provar que você não pode, pela força, silenciar alguém que não concorde com você." »
[ Việt Nam Nhân Bản, trời Đông rạng ngời! ]


[ Việt Nam Nhân Bản, trời Đông rạng ngời! ]


26 abril, 2016

Sem reformas profundas, nada muda até 2020, 2021...




Quem é burro o suficiente para investir em uma empresa nova criando empregos com alta burocracia, mudança de legislação, achaque de "servidos do público", altos impostos, legislação trabalhista facista, uma justiça do trabalho arcaica, em suma, o buraco é mais fundo do que você imagina, são cerca de R$ 623.000.000.000 { Seiscentos e Vinte e Três Bilhões } de títulos da Dívida Pública Federal [ DPF ] vencendo em até 12 meses, cerca de R$ 2.126.100.000.000 { Dois Trilhões Duzentos e Dezesseis Bilhões } de títulos da Dívida Pública Federal [ DPF ] vencendo em 12/60 meses.


Dívida Pública Federal [ DPF ]

Dívida Pública Federal [ DPF ]



Antes que culpem o sistema bancário, juntando o nacional e internacional, responde por cerca de 23,3%.
Dívida Pública Federal [ DPF ]



▶ Os números citados no programa hoje. A Dívida em grandes números [ O título usado é por ironia ou deboche?] ◀ ↩
▶ Anuais de 2003/2014 [interessante o período sonegado de informações] ◀ ↩


Os dados abaixo são de 2014, 2015 ainda não estão disponíveis, uma coisa fica clara: O estímulo do Estado Brasileiro para o investimento especulativo em detrimento do investimento produtivo.


Dívida Pública Federal [ DPF ]



Dívida Pública Federal [ DPF ]



Dívida Pública Federal [ DPF ]



Dívida Pública Federal [ DPF ]



Esse ano chegaremos a mais de 11.000.000 de desempregados. Socialismo é isso, sangra a sociedade até a igualdade da miséria compartilhada, empoderando os "servidos do público", reformando as bases do incompetência, a Vanguarda do Atraso, revolucionários de velhas mentiras, progressistas do conservadorismo do poder nas mãos do governo, lutando pelas minorias(umas contra as outras), unindo e lavando as mãos de suas responsabilidades, Feliz 2010... Antes de 2020, pagaremos o preço da Perda Total, e teremos sorte senão ficar para depois, a realidade é está, e esperar um milagre com a saída da Persidanta é Ilusão, mas é o primeiro passo.


22 abril, 2016

O Culto aos Açougueiros do Socialismo não pára.

Para muitos fora da Sérvia, Slobodan Milošević ainda é "o açougueiro dos Bálcãs", um homem acusado de organizar e supervisionar o genocídio e outros crimes durante as guerras da década de 1990 na Bósnia-Herzegovina, Croácia e Kosovo.
Slobodan Milošević

No interior da Sérvia, no entanto, o quadro é mais complicado. Uma década depois do seu falecimento em uma cela de detenção em Haia, o ex-líder sérvio Milošević continua a ser uma marca entre um certo segmento de eleitores de esquerda na Sérvia.

O país realiza eleições parlamentares em 24 de Abril e o ex-partido de Milošević, o Partido Socialista da Sérvia (SPS), está a espera que seu fantasma o ajude a melhorar dos 13% que recebeu em 2014.

O fato de que Milošević ter morrido antes do Tribunal de Haia poder entregar o veredito é visto por seus simpatizantes como prova de sua inocência.

O Partido Socialista da Sérvia SPS nunca se dissociou de Milošević, apesar de, no passado, minimizar a ligação com o fundador do partido socialista.

A esperança de Ivica Dacic [ atual mandatário do Partido Socialista da Sérvia SPS ] que o legado de Milosevic possa impulsionar a sua campanha pode ser uma indicação de seu desespero. Em entrevista à agência de Belgrado da RFE/RL em 16 de abril, Dacic disse que vai renunciar se seu partido receber menos de 10% dos votos. Perguntado se sua associação com parentes de Milošević é uma indicação de sua atitude com o legado do ex-líder, Dacic deu uma resposta dizendo:

"Não há nada a perdoar. Ele nunca foi condenado. Além do mais, mesmo que as acusações contra Milošević fossem verdade, eles não têm nada a ver com seu neto. E mais uma coisa, ele era o presidente do Partido Socialista da Sérvia, e ele é parte da história do nosso partido. A minha posição é bastante delicada. Se eu não mencionar Milošević , eu sou acusado de me distanciar dele. Se eu mencioná-lo, eu sou acusado de abusar dele para ganhar votos".

De acordo com a política de "caminho do meio" na Sérvia, Dacic tem sido igualmente pró-europeu e pró-russo.

O Partido Progressista Sérvio do primeiro-ministro, Aleksandar Vucic, é esperado que seja o vencedor nas eleições novamente.

Mas vai será interessante ver o quanto o fantasma do genocida Milošević é capaz de ajudar Dacic e até onde ele vai convocando os espíritos do passado.
Slobodan Milošević

Do mesmo modo que no Brasil se evoca o cadáver de Vargas e outros...

Ivica Dacic
01 de janeiro de 1966

Político sérvio que foi Ministro dos Negócios Estrangeiros da Sérvia desde abril de 2014, líder do Partido Socialista da Sérvia. De 2008 à abril 2012, foi Ministro da Administração Interna, em seguida, como Primeiro-Ministro da Sérvia e Ministro da Administração Interna a partir de julho de 2012 à abril de 2014. Dacic se formou na Universidade de Belgrado em 1989 e juntou-se ao Partido Socialista em 1991, levantou-se rapidamente nas fileiras do partido, tornando-se seu porta-voz em 1992, sob o seu mentor, Slobodan Milošević, então Presidente da Sérvia e Iugoslávia. Após a derrota eleitoral de Slobodan Milošević e sua expulsão (2000-2001), Dacic tornou-se membro principal do partido em 2006.





O Culto aos Açougueiros do Socialismo não pára.

Crise Humanitária na Venezuela

A falta de remédios na Venezuela continua sendo uma tragédia visível em farmácias e hospitais, semanas depois de o parlamento declarar uma "crise humanitária na saúde" que, entre outros aspectos, se manifesta pela não disponibilidade de 872 medicamentos essenciais.

Pacientes com câncer, portadores do vírus do HIV, hipertensos e diabéticos, por exemplo, precisam peregrinar por farmácias de todo o país em busca do tratamento que necessitam para sobreviver, tentar consegui-lo em outro país ou recorrer ao mercado negro.

A Federação Farmacêutica da Venezuela respalda o parlamento e reforça que o país vive uma "crise humanitária" devido ao desabastecimento de remédios, estimado em 80%.


Guerra Fria



Vai ser duro aguentar o bolivarianismo sóbrio e desempregado

↪ Vai ser duro aguentar o bolivarianismo sóbrio e desempregado. ↩
Guerra Fria


20 abril, 2016

Para evitar as mentiras rosadas, lembrar a verdade vermelha.

BUCARESTE, Romênia - A última vez que Alexandru Socol viu Nicolae Ceausescu em 1989, foi quando o ditador comunista visitou a fábrica do Mr. Socol para inspecionar os componentes que ela produzia para usinas hidrelétricas e nucleares, pouco antes das antigas divisões da Europa Comunista estarem prestes a serem explodidas.

Na época, o Sr. Socol não ousou reclamar com Ceausescu sobre a fome, frio e sua família na economia controlada pelo Estado da Romênia que estava desmoronando.

Em vez disso, ele amaldiçoou Ceausescu em privado, sabendo que a Securitate, ou polícia secreta, operava entre os trabalhadores da fábrica.
Guerra Fria

Mas hoje, como o Sr. Socol e centenas de outros romenos tem seu primeiro olhar para o recém-reaberto palácio de 80 quartos de Ceausescu em Bucareste, o ódio do trabalhador de fábrica agora aposentado por seu ex-líder está diminuindo.

"Esta casa não é tão luxuoso como eu pensei que seria", disse Socol, 67.

"Eu esperava algo grotesco. Não é tão grande como eu imaginava."

Nostalgia para a única fase da Guerra Fria em que um ditador comunista foi executado por seu próprio povo pode chocar alguns como estranho, mas o Sr. Socol é um dos muitos romenos que estão reavaliando o passado comunista do país, incluindo suas memórias do ditador universalmente odiado e sua esposa igualmente insultada, Elena.

Os cidadãos mais velhos como o Sr. Socol muitas vezes exibem um carinho furtivo para a estabilidade econômica da Romênia, nos primeiros dias do comunismo.

Para eles, o último quarto de século do capitalismo trouxe somente fábricas fechadas, insegurança pessoal e uma geração de jovens romenos que se aventuram no exterior em busca de emprego.

"Para essas pessoas, é fácil encontrar refúgio no comunismo", disse Alin Ciupala, um historiador de 47 anos de idade na Universidade de Bucareste.

O palácio de Ceausescu, recentemente estimado em cerca de US$ 22 milhões, simboliza o interesse renovado no período comunista. O governo romeno sem dinheiro quase vendeu o palácio no ano passado, mas a pressão para reabri-lo ao público levou as autoridades a reconsiderar.

A abertura no início de março atraiu mais de 1.000 pessoas. O palácio vende por US$ 8 bilhetes de entrada geral e US$ 11 para visitas guiadas em Inglês para pagar os custos de manutenção. Os funcionários do governo argumentam que é impreciso dizer se os cidadãos querem voltar para os dias do comunismo.

Na inauguração do palácio restaurado, o Vice-Primeiro-Ministro, Vasile Dancu disse que o interesse na propriedade ilustrou como romenos queriam saber mais sobre o seu passado recente.

"É preciso levar em nossa história, com o seu lado bom e suas partes ruins, a fim de entendê-la", disse Dancu.

Uma pesquisa em 2014 da INSCOP Research - o último inquérito credível que fez a pergunta - descobriu que cerca de 60,5% dos romenos acreditavam que eles viviam melhor sob o comunismo.

Mas que a nostalgia não reflete tendências políticas reais dos romenos, disse Ciupala. Os Romenos não querem devolver os comunistas ao poder.

"Se as eleições fossem realizadas no dia seguinte, depois que a pesquisa foi feita, e o Partido Comunista participasse, essa parte não obteria mais de 1% ou 2% dos votos", disse ele.

Em vez disso, os romenos querem recuperar os benefícios do comunismo que eles recordam com carinho: empregos seguros, a lei ea ordem e orgulho nacional, por exemplo.

Hoje, a economia notoriamente crivado de corrupção da Romênia é a segunda mais pobre da União Européia, à frente apenas do seu vizinho do sul, a Bulgária [ outra ex-colônia comunista ]. Muitos dos benefícios tangíveis prometidos por participação nos clubes ocidentais como a União Européia ea NATO ainda não se materializaram.

"Há pessoas que viveram bem durante o comunismo e que não conseguiam encontrar a mesma proteção oferecida pelo pós-comunismo", disse o Sr. Ciupala.

Adendo [ Quem tomou posse pós-Ceausescu foram os mesmo que com ele guiaram o país anteriormente nas correntes do comunismo. A matilha se manteve no poder, só passou a usar a fantasia de social-democracia. ]

Desembaraçar o passado

Os romenos mais jovens não são nostálgicos sobre o comunismo porque eles não viveram sob ele, disse Ciupala.

Mas muitos estão tentando desvendar o passado. Para a maior parte de suas vidas, eles já ouviram falar sobre os males do comunismo, enquanto muitos dos mais velhos têm descrito o passado em termos Rosados.

"Para muitos jovens, o regime comunista é somente uma página do passado que está começando a se revelar", disse ele.

Seu interesse está alimentando uma indústria de casas de campo em memorabilidade ao comunismo, há passeios de palácio e outros lugares peculiares sobre Ceausescu, tais como os escritórios militares onde ele foi morto por um pelotão de fuzilamento, anúncios usando sua semelhança, tais como um novo anúncio de televisão de barra de chocolate com um "reencarnado" Ceausescu. Leilões recentes de pertences pessoais do ditador, incluindo a pena e sua espada, ilustram como o período comunista assumiu uma moeda cultural na Romênia.

"A marca Ceausescu existe, como existe a marca Drácula", disse Ciupala.

"Os romenos precisam aprender sobre como usá-los, a fim de ganhar visibilidade e dinheiro."

Algumas iniciativas comerciais são bloqueados porque o único filho de Ceausescu sobrevivente, Valentin eo homônimo tio, registraram o nome do falecido ditador como uma marca registrada em 2007. Como resultado, as empresas estão proibidas de usar a imagem do líder em 45 tipos de produtos, incluindo tabaco e carros, porque eles recusaram a permissão.

A estipulação da marca não se aplica a objetos que estão associados apenas com o nome do ditador. Estes estão vendendo bem, disse Cristian Gavrila, 35, que está reunindo coleções relacionadas com Ceausescu para uma venda na casa de leilões romena Artmark. O leilão da Artmark irá incluir um par de vasos de cristal com os retratos de Nicolae e Elena Ceausescu, no valor de pelo menos US$ 680, um modelo da casa onde Ceausescu nasceu por cerca de US$ 350, bem como uma série de presentes de diplomatas estrangeiros e outras instituições que o ditador acumulou em seus quase 25 anos no poder. Nos leilões anteriores, aqueles presentes incluíram uma limusine do xá do Irã por US$ 42.000 e um iaque de bronze dado ao chefe romeno por Mao Zedong.

A Artmark também está vendendo propriedades anteriormente pertencentes ao Ceauşescus. Muitos dos compradores da Artmark são romenos que abrigam as relações de amor e ódio com a era comunista.

"Por um lado, existe uma perspectiva emocional, o sentimento de ódio contra o regime", disse Gavrila pela Artmark. "Mas, por outro lado, não existe essa idéia de uma "idade de ouro" que aparece gerar nostalgia."

Cerca de um terço dos seus clientes são estrangeiros que compram os itens da era comunista, pela mesma razão. Eles não amam o comunismo, mas eles são fascinados por uma ordem política que passou.

Na praça no centro de Bucareste, os turistas estrangeiros estão sempre ouvindo visitas guiadas que contam os últimos dias do comunismo, incluindo discurso final de Ceausescu a uma multidão que reunida zombou dele quando o governo entrou em colapso.

O interesse em Ceausescu é enorme, disse o guia turístico de 36 anos de idade, George Trandafir.

"Os estrangeiros perguntam como era a vida naquela época", disse Trandafir. "E eles ficam chocados ao descobrir que os romenos tiveram apenas duas horas de TV por dia, que as crianças tinham que fazer sua lições de casa com luvas [por causa da uma falta de aquecimento], que as pessoas não podiam pagar por um aparelho de TV a cores, de modo que alguns deles colocavam um pedaço de vidro colorido na frente de sua TV preto-e-branco."

Não foi tão ruim, no entanto, disse Constantin Chelsiu, um mecânico de 55 anos de idade, que foi visitar o palácio de Ceausescu. Romenos podem serem capazes de assistir televisão a cores agora, mas a programação não irá coincidir com a pompa e gravidade de um dos discursos de Ceausescu, disse ele.

"Não importa se gostamos de Ceausescu ou não, ele faz parte de nossa história", disse o Sr. Chelsiu.

"Ninguém nunca vai fazer o quê ele fez."
Guerra Fria

Ver: « Romênia Sob as Botas do Comunismo »

[...] O legado do regime comunista na Romênia aumentou para níveis irracionais nos últimos anos do governo de Ceausescu:

• foi caracterizado pelo despotismo,
• a destruição dos valores tradicionais,
• a injustiça social, política, cultural e religiosa, e, culminando em autarquia autodestrutiva.

Em 18 de dezembro de 2006, em frente ao Parlamento do país, o presidente romeno democraticamente eleito, Traian Băsescu, com base no relatório final da PCACDR, condenou oficialmente o regime comunista como ilegítima e criminal.

Ver também:

« “Polônia Sob As Botas do Comunismo” »
« “Tibet Sob As Botas do Comunismo” »
« “Ucrânia Sob As Botas do Comunismo” »
« “Vietnã Sob As Botas do Comunismo” »
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Corruptissima re publica plurimae leges
"Quão mais corrupto for o país, mais haverá leis" Tácito
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19 abril, 2016

Operação Impeachment [ Parte II ] - Amazonas

Omar Aziz [ Omar José Abdel Aziz ] Senador (PSD/AM) (61) 3303-6579
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Este senador apóia o impeachment! Use os dados de contato acima para escrever para ele, telefonar, postar nas suas redes sociais, apoiando seu posicionamento.

Sandra Braga [ Sandra Backsmann Braga ] Senadora (PMDB/AM) (61) 3303-6230 / 6227
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Acima você encontra várias formas de entrar em contato com o Parlamentar. Já que esta senadora está indecisa, você pode entrar em contato com ela para cobrá-lo por seu posicionamento. Com as informações que já são públicas, é inaceitável um parlamentar não se posicionar. Use os dados de contato acima para escrever para ela, telefonar ou postar nas suas redes sociais, cobrando seu posicionamento.

Guerra Fria Operação Impeachment [ Parte II ] - Amazonas

Operação Impeachment [ Parte II ] - Alagoas

Novidade vinda do Collor?

Fernando Collor [ Fernando Affonso Collor de Mello ] Senador (PTC/AL) - eleito pelo PTB
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Benedito de Lira Senador (PP/AL)
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Renan Calheiros [ José Renan Vasconcelos Calheiros ] Senador (PMDB/AL)
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Este dois senadores estão contra o impeachment!
Use os dados de contato acima para escrever para eles, postar nas suas redes sociais, exigindo que reveja seu posicionamento.
Além disso, compartilhe esta informação nas suas redes sociais, para que outros eleitores saibam do seu posicionamento.
Guerra Fria Operação Impeachment [ Parte II ] - Alagoas

18 abril, 2016

O Fantasma do Massacre de Babi Yar: Uma visita a ravina onde os Nazi-Socialistas assassinaram 150.000

Kiev, Ucrânia - Setenta e quatro anos depois, um pequeno pedaço de um ramo brota em meio as cinzas da morte, vindo das estranhas, contorcido, cegamente cresce a procura da luz no fundo da fria ravina, onde o dossel da floresta acima vira as ensolaradas manhãs em noites escuras de inverno. O broto ligado a uma árvore velha com casca cinza e marrom que cresce majestosa para fora da terra negra e endurecida.

Uma subida difícil do fundo, onde dezenas de milhares de corpos haviam caídos.

As paredes íngremes e lamacentas da ravina, escorregadias e esculpidas pela erosão.

Em algumas partes as árvores crescem em ângulos impossíveis, suas raízes prendiam-se juntas a inclinação da lama. No topo da ravina, sua borda afiada, o vento sopra através das folhas que farfalhavam contra o silêncio que você não perceberia até que quebrado por algo tão silencioso quanto o rodopio das folhas.

Uma estrada velha termina na borda da ravina. Essa estrada fechada ao tráfego e agora só há um caminho através de um parque.

Jovens mães empurram seus carrinhos de bebê, e os jovens brincam de buscar com seus cães, os estudantes passam rapidamente com fones em seus ouvidos; velhos homens de jaquetas e idosas com cabeças cobertas arrastam-se.
« O massacre de Babi Yar »

Esta velha estrada cruza através de uma floresta de árvores altas que balançam ao vento na primavera até se juntar a uma barulhenta estrada maior, cheia de carros, táxis e ônibus. Esta estrada circunda descendo colinas, lojas de passagem, restaurantes e cafés até o coração de Kiev, onde em 26 de setembro de 1941, a Ucrânia ocupada pelos soldados nazi-socialistas publicaram esta ordem:
Todos os Judeus da cidade de Kiev e seus arredores devem comparecer na segunda-feira, 29 de setembro [ 1941 ], às 8 horas da manhã, na esquina das ruas Mel'nikova e Doktorivska (perto do cemitério). Traga documentos, dinheiro e objetos de valor, e também roupas quentes, lençóis, etc. Qualquer Judeu que não seguir esta ordem e forem encontradas em outros lugares, será fuzilado. Quaisquer civis que entram nas habitações deixadas pelos Judeus e apropriar-se das coisas nelas, será fuzilado.

Três dias depois, em 29 de setembro de 1941, mais de 33.000 judeus embalaram tanto quanto eles poderiam carregar e deixaram suas casas em Kiev para sempre.

Eles trouxeram malas cheias de roupas, jóias, objetos de arte e memórias. Algumas crianças carregavam um bicho de pelúcia em uma mão e a outra segurava a mão de um dos pais, eles preencheram as ruas de paralelepípedos de Kiev percorrendo os três quilômetros a pé do centro da cidade até a ravina de Babi Yar.

Fila Infinita

As tropas da SS de prontidão na esquina das ruas Mel'nikova e Doktorivska, foram surpreendidos; só esperavam de 5.000 a 6.000 judeus aparecerem. As tropas, parte do braço de combate como a organização mais fanática dos nazi-socialistas, se perguntavam entre eles se tinham balas suficientes para as ordens que tinham recebido.

Alguns judeus chegaram cedo, esperando por um assento melhor nos trens de "reassentamento". As pessoas nos apartamentos na rua Melnyk, ao longo do qual os mais de 33.000 judeus marcharam, descreveram como uma "fila interminável" que ia "transbordando toda a rua e as calçadas."

À medida que a procissão marchava ao longo da estrada para Babi Yar, a maioria ainda acredita na mentira que estavam para serem reassentados. Mas alguns dentro da multidão devem terem suspeitados do quê estava prestes a acontecer.

Eles estavam marchando para a morte.

Talvez tenha acontecido quando as tropas da SS começou a tirar as suas bagagens, em seguida seus casacos, depois suas roupas, posteriormente sapatos e suas roupas íntimas.

Talvez eles entenderam quando ouviram pela primeira vez as metralhadoras atirando, ou quando chegarem ao fim da estrada e foram espancados e levados em grupos de 10 para a borda da ravina e olhavam para a pilha de mortos nus e esperavam pela sua vez enquanto as balas os levava-os caindo da maneira mais rápida que a gravidade ea morte puxam para a terra.

Uma caminhada matinal é tempo quase o suficiente para abandonar toda a esperança na bondade dos homens e acreditar no mal.

Pela noite de 30 de setembro de 1941, os corpos de 33.771 judeus assassinados estavam no fundo da ravina de Babi Yar.

Logo após a guerra, um cidadão não judeu, o vigia do velho cemitério judaico próximo a Babi Yar, contou que testemunhara “cenas horríveis de dor e desespero”. Ao relatar os fatídicos acontecimentos contou:

“Eu vi policiais ucranianos formarem um corredor e levar os judeus apavorados para a enorme clareira, onde, com bastões, aos gritos e utilizando cães que arrancavam pedaços dos corpos das pessoas, os judeus eram forçados a se despirem totalmente, a formar filas e, então, dirigir-se em colunas de dois para a boca da ravina. Ao escutarem o barulho das metralhadoras que estavam abatendo os judeus do grupo logo à frente, percebiam o que os esperava, mas não tinham mais como escapar. Ao chegar à boca da ravina, encontravam-se na beira do precipício, a 20, 25 metros de altura, e do outro lado havia metralhadoras alemãs disparando. (...). Então os próximos 100 eram trazidos, e tudo se repetia. Os policiais pegaram as crianças pelas pernas e as jogaram vivas dentro do Yar. Naquela noite, os alemães fizeram desmoronar as paredes da ravina e enterraram as pessoas sob uma espessa camada de terra. Mas a terra moveu-se ainda por muito tempo, porque judeus feridos e ainda vivos se moviam, desesperados”.

Dina Pronicheva foi uma dentre os poucos judeus que escaparam com vida. Assim como centenas dos que foram alvejados, não morreu. Mas diferentemente da maioria dos que caíram vivos na vala, ela conseguiu evitar ser sufocada e escapou. Após a guerra, Dina contou os horrores de Babi Yar ao escritor russo Anatoli Kuznetsov, que publicou a história, primeiro na Rússia, em 1966, e na Inglaterra em 1970, sob o pseudônimo de A. Anatoli. Dina contou que enquanto estava ainda soterrada ouvia por todo lado e por baixo dela, sons abafados, gemidos, pessoas se sufocando e chorando. A massa de corpos movia-se ligeiramente conforme se acomodava e se espremia, através do movimento dos que ainda viviam. Ela relatou como os soldados iam até a borda e iluminavam os corpos com suas lanternas, atirando com seus revólveres sobre os que ainda pareciam vivos.

Ao se referir ao massacre, Elie Wiesel escreveu que “testemunhas oculares disseram que, por meses após as mortes, o solo de Babi Yar continuava a esguichar guêiseres de sangue”. Após dois dias de assassinatos, a unidade do Einsatzkommando mandou para Berlim um relatório sobre a ação: em dois dias, 33.771 judeus haviam sido exterminados em Babi Yar e os “operadores” das metralhadoras haviam sido auxiliados pelos milicianos ucranianos.

Logo os corpos de cerca de 100.000 outros, as minorias étnicas, os prisioneiros de guerra, ciganos, nacionalistas ucranianos, e mais judeus-deslizaram pelas encostas íngremes desta terra para se juntar a eles.

Os corpos ficaram ali, nus na terra, até agosto de 1943, quando os nazistas decidiram esconder seus crimes quando começaram a perder a briga de irmãos para o Exército Vermelho que avançou sobre Kiev.

Queimando os corpos

Paul Blobel, o comandante do IV Sonderkommando, cujas tropas haviam abatido os judeus de Kiev, ordenou aos seus homens e trabalhadores do campo de concentração de Syrets nas proximidades para desenterrar os corpos e queimá-los. Com o auxílio de escavadeiras e máquinas, esmagando os osso, os corpos foram empilhados com toras de madeira em piras de dois andares de altura, encharcado com gasolina e incendiados.

Cada pira continha cerca de 1.500 corpos e queimou por dois dias e uma noite.

Levaram 40 dias para queimar todos os corpos.

Com a evidência de seu crime destruído, os nazi-socialistas tentaram matar a memória dele, executando os trabalhadores dos campos de concentração. Mas eles escaparam, dos quais 14 sobreviveram à guerra para contarem suas histórias.

A terrível tarefa foi realizada por mais de 400 judeus e prisioneiros de guerra soviéticos. Eles sabiam que assim que o trabalho se encerrasse todos seriam mortos, sabiam que os nazistas não iriam deixar testemunhas de seus crimes. As mortes já vinham ocorrendo; no primeiro mês, 70 dos prisioneiros foram mortos em execuções realizadas toda a noite pelos guardas, para se divertirem. Os prisioneiros famintos e doentes trabalhavam com grilhões nos tornozelos, guardados por SS armados com submetralhadoras e acompanhados por cães treinados para matar. Os guardas dirigiam-se aos judeus chamando-os de “Leichen”, cadáveres. Mas, como escreveu o historiador Reuben Ainsztein, um dos principais autores ingleses sobre o tema do Holocausto:

“naqueles homens seminus impregnados de carne putrefata, cujos corpos estavam comidos por sarna e cobertos com uma camada de lama e fuligem, e nos quais restava tão pouca força física, sobrevivia um espírito que desafiava tudo o que os nazistas tinham feito ou poderiam fazer-lhes. Nos homens em quem as SS viam apenas cadáveres andantes, maturava uma determinação de que ao menos um deles precisava sobreviver para contar ao mundo o que haviam visto em Babi Yar”.

Nove dias depois, no 3º aniversário do massacre, 325 judeus e prisioneiros de guerra soviéticos fugiram. Desses, 311 foram fuzilados durante a fuga e apenas 14 alcançaram esconderijos, quatro ficaram por 20 dias em uma chaminé de uma fábrica desativada e dois ficaram escondidos sob um galinheiro ajudados por duas ucranianas, Natalya e Antonina Petrenko.

Em 6 de novembro, cinco semanas após a fuga, os 14 sobreviventes estavam entre os que recepcionaram o vitorioso Exército Vermelho que entrava em Kiev. Todos eles se juntaram às fileiras. Quatro deles, todos judeus, foram posteriormente mortos em ação contra os alemães, e dez sobreviveram à guerra. Dois judeus, Vladimir Davydov e David Budnik, prestariam depoimento, em 1946, no Tribunal de Nuremberg, sobre o massacre de Babi Yar.

Nos anos seguintes ao término da 2ª Guerra, os judeus que retornaram a Kiev, assim como os demais na antiga União Soviética, quiseram erguer um memorial em homenagem aos judeus assassinados em Babi Yar, mas essas tentativas foram sistematicamente rechaçadas pelas autoridades soviéticas. Desde a retomada da cidade, o governo desestimulou qualquer ênfase ao massacre de Babi Yar como sendo uma barbárie direcionada apenas aos judeus – queriam que a tragédia fosse lembrada como um crime cometido contra a população de Kiev e o povo soviético todo.

Ainda assim, a revisão paranóica anti-semita de Stálin da história após a II Guerra Mundial fez desaparecer a memória do que aconteceu em Babi Yar, bem como com os 850.000 à 900.000 judeus ucranianos assassinados durante o Holocausto.

As autoridades municipais de Kiev concordaram, a princípio, em erguer um monumento, mas insistiam em que fosse dedicado aos cidadãos soviéticos, sem mencionar o fato de serem judeus. No final, até mesmo essa decisão não foi levada adiante e as obras da represa foram iniciadas.

Uma noite, em 1961, a represa construída pela prefeitura ruiu e torrentes de água, argila líquida e lama, misturadas com restos de ossos humanos, jorraram nas ruas de Kiev abaixo. A enxurrada provocou vários incêndios ao atingir a estação de bondes, virou os bondes, enterrando vivos todos os que estavam na estação e a bordo dos bondes. Nessa noite, enquanto os soldados estavam ocupados escavando em busca dos mortos e procurando sobreviventes na lama, uma segunda onda de argila líquida irrompeu de Yar, causando mais estrago e morte. Nos dois desastres, 24 pessoas foram mortas.
« O massacre de Babi Yar »

Hoje, a ravina onde os nazi-socialistas assassinaram cerca de 150.000 é fácil de se perder no meio aos enganos dos herdeiros da ideologia da morte.

...uma estátua solitária de um menorah está em uma clareira próxima.
« O massacre de Babi Yar »

Raízes

Após a guerra acabar, as sementes voltaram para Babi Yar.

Elas nasceram e criaram raízes na mistura de terra e cinzas humanas da ravina. Com o tempo, as sementes cresceram para árvores que deixaram mais sementes.

Uma floresta nasceu.

Em algum momento, uma semente especial encontrou o seu caminho para o fundo da ravina. Esta semente criou raízes e brotou em uma árvore. Seu tronco cresceu em altura, e seus ramos bem abertos para procurar e absorver a luz vivificante do sol.

Um desses ramos de esperança cresceu de tal forma que a sua ponta estava a apenas alguns centímetros acima da terra preta e dura que esta no fundo da ravina. Apenas o suficiente para mostrar um pequeno sinal de vida neste lugar esquecido de morte.

Como poeta russo Yevgeny Yevtushenko escreveu em 1961:

No monumento que está sobre Babi Yar.
Somente um penhasco íngreme, como a lápide
mais rude.
Eu estou com medo.
Hoje, sou tão velho
como toda a corrida judaica

« Ghosts of Babi Yar: A Visit to the Ravine Where Nazis Murdered 150,000 »
« O massacre de Babi Yar »

16 abril, 2016

Hasta la victoria de la Libertad, siempre!

Hasta la victoria de la Libertad, siempre!
Em 11 de abril, o Supremo Tribunal da Venezuela derrubou uma lei aprovada pela Assembléia Nacional, liderada pela oposição, que teria concedido anistia aos venezuelanos submetidos a uma série de processos politicamente motivados e investigações criminais desde 2002.

Guerra Fria


Quaisquer que sejam as falhas da lei, que visava corrigir a prática de um governo que usa o direito penal para intimidar e punir os críticos, e um sistema judicial que não consegue resistir a estes abusos.

A lei de anistia aprovada em 29 de março estabeleceu que as pessoas submetidas a processo penal ou condenados em retaliação por atividades de tais políticas legítimas como organização ou participação em manifestações públicas, publicação de informações ou opiniões críticas ao governo, ou chamar publicamente sobre os outros a questionar o governo -seria ser capaz de pedir aos tribunais para acabar com as investigações criminais ou anular as condenações contra eles.

A anistia também teria aplicado a todos aqueles condenados por difamação, aos juízes que foram acusados ​​de crimes em retaliação por decisões do governo não gostava, e advogados ou ativistas de direitos humanos que foram acusados ​​de crimes como represália pela realização de seu trabalho.

O governo se opôs à lei, e lançou argumentos contra ela. Ele ainda pediu ao Escritório do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos para analisar se a lei estava em conformidade com as normas internacionais de direitos humanos.

O escritório do comissário mais tarde emitiu um comunicado que a lei "é, em geral, em conformidade com as normas internacionais de direitos humanos."

Em 7 de abril, o presidente Nicolás Maduro pediu à Suprema Corte para analisar a constitucionalidade da lei.

Desde a aquisição política do Supremo Tribunal em 2004, o Judiciário deixou de funcionar como um ramo independente do governo.

Os membros da Suprema Corte rejeitaram abertamente o princípio da separação de poderes e publicamente se comprometeu a promover a agenda política do governo.

O tribunal tem rotineiramente decidido em favor do governo, ajudando a permitir o seu crescente desrespeito pelos direitos humanos. A essência dos argumentos da Suprema Corte contra a lei resume-se à noção de que é muito ampla e inadequada por parte dos legisladores que a apoiaram.

Mas alguns dos argumentos do tribunal não resiste a análise básica.

Por exemplo, considerou que a lei viola o direito de proteger a honra ea reputação dos funcionários públicos, permitindo uma anistia em casos de difamação criminal, quando na verdade as leis de difamação criminosa são amplamente vistas como inerentemente incompatíveis com as normas dos direitos humanos.

O tribunal também citou a jurisprudência da Corte Interamericana de Direitos Humanos que estabelece que as anistias favorecem a impunidade e violam as normas de direitos humanos quando param processos por graves crimes contra os direitos humanos, embora a lei exclua explicitamente tais crimes do seu âmbito.

Notavelmente, a decisão do Supremo Tribunal cita a Corte Interamericana como uma fonte legal, mas, em seguida, alega que as decisões deste Tribunal não são aplicáveis ​​na Venezuela, apesar do fato de que eles estejam vinculativas sob a lei internacional.

Independentemente do mérito da própria lei de anistia, o que é absolutamente claro é que o governo da Venezuela deve libertar imediatamente e retirar as acusações contra os muitos venezuelanos que foram arbitrariamente processados ​​em retaliação por seu ativismo político, ou simplesmente pot criticar as políticas do governo ou para fazer o seu trabalho com integridade.

O Supremo Tribunal pode ter matado a lei de anistia, mas isso não legitima os abusos que a lei pretendia resolver. Pelo contrário, ele fornece a comunidade internacional uma evidência adicional da regra extremamente precária da lei na Venezuela.

A Carta Democrática Interamericana, assinada em 2001 pelos ministros das Relações Exteriores da Venezuela e 33 outras democracias, autoriza a Organização dos Estados Americanos (OEA) a ativamente responder às ameaças à ordem democrática de seus Estados membros.

A carta afirma que os elementos essenciais da democracia representativa "a separação de poderes ea independência dos ramos do governo."

A decisão da Suprema Corte sobre a lei de anistia dá aos governos latino-americanos e da OEA, o Secretário-Geral Luis Almagro tem mais um argumento para iniciar uma franca discussão sobre a aplicação da Carta para a Venezuela.

É hora de fazê-lo.

« José Miguel Vivanco, diretor para as Américas da Human Rights Watch »

Transparência derruba os socialistas, crises curam o povo do socialismo...

Por Fabiola Sanchez | AP 14 de abril CARACAS, Venezuela
Guerra Fria

O governo da Venezuela está mudando novamente o relógio como parte de seus esforços para evitar uma crise de energia elétrica. O movimento vem nove anos após o ex-Presidente Hugo Chavez criar o próprio fuso horário da Venezuela, único em um golpe de independência anti-imperialista.

O Presidente Nicolas Maduro disse quinta-feira que a nova alteração terá efeito a partir de Primeiro de Maio. Ele não forneceu detalhes sobre o quanto ou em que direção os relógios se moveria, dizendo apenas que é uma medida de emergência adicional para evitar quedas de energia como uma grave seca que reduz a produção de energia, diminuindo os níveis de água nas usinas hidrelétricas.

Como parte da poupança de energia, ele também declarou segunda-feira um feriado público.

"É uma medida muito simples que representa uma economia importante", disse Maduro sobre a mudança do fuso horário.

O movimento segue a decisão de Maduro que exigi de cinemas fecharam cedo e que centros de compras gerarem sua própria eletricidade e em conjunto com o apelo para que as mulheres aliviem o uso de secadores de cabelo em uma tentativa de reduzir o consumo de energia em 20%.

Mais controversa, ele também começou a dar aos funcionários estaduais folgas todas as sextas-feiras. A licença surpresa para segunda-feira significa que a partir de terça-feira, quando os venezuelanos comemoram o dia da independência, 17 dos últimos foram dias sem trabalho para muitos venezuelanos.

Maduro deu aos trabalhadores is três dias que antecederam o feriado de Páscoa no mês passado.

Nem todo mundo está comemorando o tempo extra de folga...


14 abril, 2016

Pelo dedo se conhece o Lobo...

A digito cognoscitur lupus

Pelo dedo se conhece o Lobo...

Guerra Fria 🐺

Hay socialismo, hay la trampa!

HAVANA TIMES - A fiscalização do uso da ajuda venezuelana, canalizada através de mecanismos privados como um orçamento paralelo, tem sido uma demanda popular insistente desde o primeiro acordo de cooperação indústria de petróleo entre os dois países que foi assinado pelos presidentes Hugo Chávez e Daniel Ortega, em 2007.
Guerra Fria

Uma batalha genuína foi então desencadeada quando funcionários do governo começaram a esconder informações e ocultando tudo em extremo sigilo da imprensa independente que foi riscada à margem do processo que tentou manter os princípios democráticos de transparência e responsabilidade. Em uma democracia rudimentar e com saldos, o que teria sido uma das tarefas das entidades de regulação do Estado, tais como a Assembléia Nacional eo Gabinete da Controladoria Geral, como o acordo com a Venezuela que representa ativos nacionais de US$ 3,5 bilhões. Na Nicarágua, onde estas instituições não têm autonomia e funcionam como extensões do sistema do presidente em um Estado de partido único, que tem tido a missão solitária empreendida pela imprensa e um punhado de legisladores e investigadores independentes.

Economistas ainda discutem qual o impacto a longo prazo se estes fundos tivessem sido investidos em áreas de desenvolvimento priorizados através de uma estratégia nacional e com base em canais institucionais sólidos.

O que ninguém nega é que a estratégia de curto prazo adotada pela Ortega, a fim de assegurar a ajuda venezuelana limpou o caminho de obstáculos instalados pelo regime autoritário, pró-corporativista.

Por um lado, esta estratégia permitiu-lhe consolidar o apoio popular (através da propaganda e políticas coercivas) e, por outro, facilitou uma aliança com o grande capital, ao adiar uma reforma fiscal genuína que, além disso, ofereceu a empresas venezuelanas grandes oportunidades no país.

O futuro da ajuda da Venezuela na Nicarágua é incerto hoje, devido à queda dos preços do petróleo eo declínio político do chavismo na Venezuela. Mas o fruto de dez anos de cooperação agora à vista na Nicarágua é um conglomerado de empresas que hoje representa uma das novas e mais importantes concentrações de capital da Nicarágua.

Sob as circunstâncias políticas atuais, não se pode esperar que os líderes do país e pessoas próximas a eles - o presidente ausente e a porta-voz oficial onipresente - ofereçam quaisquer contas verificáveis ​​ou respostas às questões colocadas pela imprensa independente.

Felizmente, em um regime presidencialista, o silêncio do governo sempre começa a corroê-lo por dentro.

Dentro do aparelho de Estado e partido, há funcionários públicos, técnicos, profissionais e membros da FSLN que se opõem à consolidação de uma nova dinastia da família e, apesar das restrições e ameaças com que eles sofrem por romper o monopólio sobre a informação pública, estamos vendo o início de um maior fluxo de informações, para uma maior transparência.

Em 2011, Confidencial publicou a primeira grande investigação jornalística (Las cuentas secretas de Albanisa, "contas secretas do Albanisa") com base em vazamentos que lidam com contas de Albanisa. No ano passado, publicamos uma outra investigação intitulado El Botin de los petrodolares ( "O botão dos Petro-Dólares"), lançando nova luz sobre o segredo que envolve a ajuda financeira venezuelana e as atividades financeiras da Albanisa. Esta nova investigação, intitulado La Alcancia de Albanisa ( "Caixa da Albanisa"), baseia-se na fuga ainda mais substancial de 1.207 documentos, que fontes ligadas a Albanisa eo partido no poder disponibilizados pelo Confidencial. Nosso único compromisso é proteger suas identidades e tratar a informação rigorosa e profissionalmente. Nesta nova investigação, os leitores vão ser expostos a novas (e ainda não totalmente corroboradas) descobertas apontam para a forma desperdício e discricionária em que as receitas do petróleo foram manipulados, e ver como a Albanisa tornou-se uma espécie de pedra angular desprovida de qualquer racionalidade econômica ou lógica de investimento.

Sob a liderança do vice-presidente da Albanisa, Francisco "Chico" Lopez, a empresa tornou-se uma incubadora de empresas inteiramente controladas pela família do presidente. A última desta série de investigação de três partes, lida com a dívida para a Venezuela a qual a Nicarágua contraiu, representa um novo dilema para ambos os países, devido ao fato de o governo de Maduro trazer uma mudança nas regras do jogo no início do ano, redefinindo a maneira pela qual os acordos de cooperação devem ser manuseados e as obrigações com a Venezuela.

De acordo com o Fundo Monetário Internacional, a Venezuela anunciou que "todos os ativos e passivos relacionados ao acordo de cooperação de petróleo estão em processo de transferência de uma cooperativa financeira privada (Caruna) a uma sociedade de responsabilidade limitada da Nicarágua (Albanisa), co-propriedade na Nicarágua da empresa de distribuição de óleo do Estado, Petronic (49%) ea empresa venezuelana petrolífera nacional PDVSA (51%). Isto significa que a dívida oriunda do acordo de cooperação óleo (isto é, os passivos) deixará de ser da responsabilidade da Caruna e será transferido para Albanisa, e que os ativos derivados do investimentos feitos através do fundo do petróleo também será totalmente controlado por Albanisa .

Alguns desses ativos incluem o Banco Corporativo, as emissoras de rádio do canal 8 da Nicarágua, o Hotel Seminole, a cadeia de estação de serviço DNP, geradores térmicos e eólicos, a empresa de distribuição de energia Disnorte y Dissur, explorações pecuárias, a empresa Albalinisa de exportação, empresas de construção, os tanques de armazenamento de combustível da refinaria inacabada, em suma, tudo o que foi financiado com dinheiro proveniente do acordo petrolífero.

A diferença agora é que, embora a Caruna anteriormente fosse uma entidade privada totalmente Nicaraguense, agora 51% dos Albanisa é propriedade da PVSA da Venezuela.

Quer dizer que a Venezuela está a cancelar a dívida da Nicarágua por ter a PDVSA adquirido a empresa?

A Venezuela está pedindo o controle sobre os investimentos pelo grupo Albanisa na Nicarágua, que até então tinha sido concedido totalmente ao seu parceiro privado, o presidente Ortega, ou é meramente um mecanismo formal para consolidar mais uma transferência privada?

Estes são os tipos de perguntas que devem ser urgentemente debatidos na Nicarágua, por causa das implicações que têm para o nosso futuro imediato e qualquer agenda buscando a mudança, que terá que tomar esses ativos e recursos em consideração, a fim de colocá-los a serviço de um estado soberano.

Estas também são perguntas pertinentes para a nova Assembléia Nacional da Venezuela, agora controlados pela oposição, que está começando a exigir um relato completo sobre o destino dos petro-dólares no exterior, nascido de um projeto de solidariedade e, finalmente entregue a mãos privadas.

O povo da Nicarágua tem o direito de ler as letras miúdas do acordo de cooperação com a Venezuela para saber como os US$ 3,5 bilhões foram utilizados e, mais importante, onde esse novo capital privado foi parar.
« Las cuentas secretas de Albanisa, "contas secretas do Albanisa" »
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12 abril, 2016

Preciso desenhar?

[...] "a irracionalidade do socialismo não precisa de muitas páginas para ser demonstrada. Basta-lhe um breve parágrafo. Compreende-a, num relance, quem quer que seja capaz de apreender intelectivamente o conceito mesmo de socialismo tal como expresso por seus apóstolos. Esse conceito é o de um Estado que destitui do poder a classe rica em nome da classe pobre. Ora, para intervir eficazmente numa luta em defesa do mais fraco agredido pelo mais forte é preciso, por definição, ser mais forte que o mais forte. Logo, a vanguarda socialista, para vencer a burguesia, deve acumular mais poder político, militar, policial e judiciário do que a burguesia jamais teve. Porém, como todo poder custa dinheiro, é preciso que a vanguarda detenha também em suas mãos o controle de uma riqueza maior do que a burguesia jamais controlou. Donde a supressão de toda distinção real entre poder político e econômico, que no capitalismo ainda permite aos pobres buscar ajuda num deles contra o outro. Qualquer criança de doze anos pode concluir, desse rápido exame, que a formação de uma nomenklatura politicamente onipotente e dotada de recursos econômicos para levar uma vida nababesca não é um “desvio” da idéia socialista, mas a simples realização dela segundo o seu conceito originário. Infelizmente, nem todo cidadão imbuído de seu sacrossanto direito de expressar opiniões políticas tem a maturidade intelectual de uma criança de doze anos."
« Trecho de A mentira básica do socialismo »

« Trecho de A mentira básica do socialismo »

« Olavo de Carvalho » « O Globo, 13 de abril de 2002 »

Preciso desenhar?



O cadáver de Celso Daniel apavora a quadrilha petista

O cadáver de Celso Daniel apavora a quadrilha petista. Dilma transformou o Palácio do Planalto em um bunker e deu palanque para um líder da Contag que promete incendiar o campo. O impeachment está perto e talvez o exército tenha que garantir a paz social nas ruas se quiserem o caos.
Rádio Livre





Ilustre desconhecida atriz Julia Bernat gritou "Não vai ter golpe"

Ao apresentar o filme "Aspirantes" no Festival de Cinema Brasileiro de Paris, na segunda-feira (11), a atriz Julia Bernat gritou "Não vai ter golpe" e foi aplaudida pelo público presente.
« Atriz Julia Bernat grita "não vai ter golpe" em festival em Paris »
Guerra Fria « áudio »

Ela se une assim aos artistas que já se posicionaram publicamente contra o impeachment da presidente Dilma Rousseff, cuja abertura do processo foi aprovada na mesma noite pela comissão especial da Câmara.