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26 julho, 2017

Je suis le Père Jacques Hamel




Je suis le Père Jacques Hamel



Padre Jacques Hamel (30 de novembro de 1930 - 26 de julho de 2016) Sacerdote Católico Francês da paróquia de Saint-Étienne-du-Rouvray, morto por dois assassinos leais ao Estado islâmico enquanto rezava a Santa Missa na sua Igreja em 26 de Julho de 2016.


31 julho, 2016

Socialismo É Escravidão!!!

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▶ Socialismo É Escravidão!!! ◀
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Que o socialismo bolivarianos não funciona na Venezuela, é algo tão evidente que até o mais míope sabe. O país que recentemente fechou cervejarias, Big Macs, a falta de papel higiênico que virou piada, ten agora a própria moeda que está à beira de ficar inviável por custar mais caro imprimir do que elas valem. Quanto ao porquê disto estar acontecendo para a esquerda ignorante que vê e não confessa, desenhemos, o erro foi abandonar o livre mercado de preços eo sistema de livre informação na alocação da economia.

A longa experiência, dura e amarga nos mostra que essas duas coisas são simplesmente essências para se ter uma economia que opere em qualquer coisa de maneira aceitável. Simplesmente não há outro método de planejamento ou gestão capaz, com exceção dos mercados, de lidar com a complexidade de uma economia.

E, no entanto apenas quando se pensa que a Venezuela está no fundo do poço, Maduro e os compadres conseguem cavar cada vez mais. Eles já trouxe de volta a escravidão agrícola: É inteiramente verdade que esta não é a escravidão, mas é muito semelhante à servidão. O camponês devia trabalhar um certo número de dias do ano na terra do senhor. Embora com a servidão não fosse realmente um quid pro quo: o senhor defendia o servo em troca; É assim que a instituição surgiu.

A maior necessidade de defesa da Venezuela é da idiotice do governo socialista, por isso, forçando-nos a afirmar que eles são um insulto à maldade humana, são piores, por...

O Presidente Nicolás Maduro assinou um decreto no final da semana passada, que dá poderes ao Ministério do Trabalho de forçar 📄 "todos os trabalhadores do setor público e privado, com capacidades físicas suficientes e know-how técnico" a participar de trabalhos destinado a aumentar a produção de alimentos. Eles podem serem obrigados a trabalhar no setor agrícola, por um período de 60 dias que pode ser prorrogado por mais 60 dias "se as circunstâncias o exigirem".


Socialismo É Escravidão



19 abril, 2016

Leiam bem os fatos, eles falam de Terrorismo [ A MARIGHELLA ]

PESSOAS ASSASSINADAS PELA ALN, DO "HERÓI" CARLOS MARIGHELLA

PESSOAS ASSASSINADAS PELA ALN, DO



- 10/01/68 - Agostinho Ferreira Lima - Marinha Mercante - Rio Negro-AM

No dia 06/12/67, a lancha da Marinha Mercante "Antônio Alberto" foi atacada por um grupo de nove terroristas, liderados por Ricardo Alberto Aguado Gomes, "Dr. Ramon", que, posteriormente, ingressou na Ação Libertadora Nacional (ALN). Neste ataque, Agostinho Ferreira Lima foi ferido gravemente, vindo a morrer no dia 10/01/68.


- 08/05/69 - José de Carvalho - Investigador de Polícia - SP

Atingido com um tiro na boca durante um assalto a uma agência do União de Bancos Brasileiros, em Suzano, no dia 07 de maio, morreu no dia seguinte. Nessa ação, os terroristas feriram, também, Antonio Maria Comenda Belchior e Ferdinando Eiamini. Participaram os seguintes terroristas da ALN: Virgílio Gomes da Silva, Aton Fon Filho, Takao Amano, Ney da Costa Falcão, Manoel Cyrilo de Oliveira Neto e João Batista Zeferino Sales Vani. Amano foi baleado na coxa e operado em um "aparelho médico" por Boanerges de Souza Massa, médico da ALN.


- 22/06/69 - Guido Bone - soldado PM - SP

- 22/06/69 - Natalino Amaro Teixeira - Soldado PM - SP

Morto por militantes da ALN que atacaram e incendiaram a rádio-patrulha RP 416, da então Força Pública de São Paulo, hoje Polícia Militar, matando os seus dois ocupantes, os soldados Guido Bone e Natalino Amaro Teixeira, roubando suas armas.
Leiam bem os fatos, eles falam de Terrorismo


- 03/09/69 - José Getúlio Borba - Comerciário - SP

- 03/09/69 - João Guilherme de Britto - solado da Força Pública - SP

Os terroristas da ALN Antenor Meyer, José Wilson Lessa Sabag, Francisco José de Oliveira e Maria Augusta Tomaz resolveram comprar um gravador na loja Lutz Ferrando, na esquina da Avenida Ipiranga com a Rua São Luis. O pagamento seria feito com um cheque roubado num assalto. Descobertos, receberam voz de prisão e reagiram. Na troca de tiros, o guarda civil João Szelacsak Neto ficou ferido com um tiro na coxa, e o funcionário da loja, José Getúlio Borba, foi mortalmente ferido. Perseguidos pela polícia, o terrorista José Wilson Lessa Sabag matou a tiros o soldado da Força Pública (atual PM) João Guilherme de Brito.


- 11/03/70 - Newton de Oliveira Nascimento - Soldado PM - Rio de Janeiro

No dia 11/03/70, os militantes do grupo tático armado da ALN Mário de Souza Prata, Rômulo Noronha de Albuquerque e Jorge Raimundo Júnior deslocavam-se num carro Corcel azul, roubado, dirigido pelo último, quando foram interceptados no bairro de Laranjeiras por uma patrulha da PM. Suspeitando do motorista, pela pouca idade que aparentava, e verificando que Jorge Raimundo não portava habilitação, os policiais ordenaram-lhe que entrasse no veículo policial, junto com Rômulo Noronha Albuquerque, enquanto Mauro de Souza Prata, acompanhado de um dos soldados, iria dirigindo o Corcel até a delegacia mais próxima. Aproveitando-se do descuido dos policiais, que não revistaram os detidos, Mário, ao manobrar o veículo para colocá-lo à frente da viatura policial, sacou de uma arma e atirou, matando com um tiro na testa o soldado da PM Newton Oliveira Nascimento, que o escoltava no carro roubado. O soldado Newton deixou a viúva, Luci, e duas filhas menores, de quatro e dois anos.


PESSOAS ASSASSINADAS PELA ALN, DO
- 29/08/70 - José Armando Rodrigues - Comerciante - CE

Era proprietário da firma Ibiapaba Comércio Ltda. Depois de sua loja ser assaltada, foi seqüestrado, barbaramente torturado e morto a tiros por terroristas da ALN. Seu carro foi lançado num precipício na serra de Ibiapaba, em São Benedito, CE. Autores: Ex-seminaristas Antônio Espiridião Neto e Waldemar Rodrigues Menezes (que fez os disparos), José Sales de Oliveira, Carlos de Montenegro Medeiros, Gilberto Telmo Sidney Marques, Timochenko Soares de Sales e Francisco William.


- 14/09/70 - Bertolino Ferreira da Silva - segurança - SP

Morto durante assalto praticado pelas organizações terroristas ALN e MRT ao carro pagador da empresa Brinks, no Bairro do Paraíso, em são Paulo.


-15/04/71 - Henning Albert Boilesen - Industrial - SP

Ligado à Operação Bandeirantes, que combatia com métodos também ilegais as organizações de esquerda, foi assassinado, entre outros, por Carlos Eugênio da Paz (há depoimento deste senhor no blog). Participaram ainda dação os terroristas Yuri Xavier Pereira, Joaquim Alencar Seixas, José Milton Barbosa, Dimas Antonio Casimiro e Antonio Sérgio de Matos. No relatório escrito por Yuri, apreendido pela polícia, lê-se: "Durante a fuga, trocávamos olhares de contentamento e satisfação. Mais uma vitória da Revolução Brasileira". Sobre o corpo de Boilesen, atingido por 19 tiros, panfletos da ALN e do MRT, dirigidos "Ao Povo Brasileiro", traziam a ameaça:

"Como ele, existem muitos outros e sabemos quem são. Todos terão o mesmo fim, não importa quanto tempo demore; o que importa é que eles sentirão o peso da JUSTIÇA REVOLUCIONÁRIA. Olho por olho, dente por dente".



- 20/01/72 - Sylas Bispo Feche - Cabo PM São Paulo - SP

O cabo Sylas Bispo Feche integrava uma Equipe de Busca e Apreensão do DOI/CODI/II Exército. Sua equipe executava uma ronda quando um carro VW, ocupado por duas pessoas, cruzou um sinal fechado quase atropelando uma senhora que atravessava a rua com uma criança no colo. A sua equipe saiu em perseguição ao carro suspeito, que foi interceptado. Ao tentar aproximar-se para pedir os documentos dos dois ocupantes do veículo, o cabo Feche foi metralhado. Dois terroristas, membros da ALN, morreram.


- 01/02/72 - Iris do Amaral - Civil - RJ

Morto durante um tiroteio entre terroristas da ALN e policiais. Ficaram feridos nesta ação os civis Marinho Floriano Sanches, Romeu Silva e Altamiro Sinzo. Autores: Flávio Augusto Neves Leão Salles ("Rogério", "Bibico") e Antônio Carlos Cabral Nogueira ("Chico", "Alfredo".)


- David A. Cuthberg - Marinheiro inglês - RJ

A respeito desse assassinato, sob o título "REPULSA", o jornal "O Globo" publicou: "Tinha dezenove anos o marinheiro inglês David A. Cuthberg que, na madrugada de sábado, tomou um táxi com um companheiro para conhecer o Rio, nos seus aspectos mais alegres. Ele aqui chegara como amigo, a bordo da flotilha que nos visita para comemorar os 150 anos de Independência do Brasil. Uma rajada de metralhadora tirou-lhe a vida, no táxi que se encontrava. Não teve tempo para perceber o que ocorria e, se percebesse, com certeza não poderia compreender. Um terrorista, de dentro de outro carro, apontara friamente a metralhadora antes de desenhar nas suas costas o fatal risco de balas, para, logo em seguida, completar a infâmia, despejando sobre o corpo, ainda palpitante, panfletos em que se mencionava a palavra liberdade. Com esse crime repulsivo, o terror quis apenas alcançar repercussão fora de nossas fronteiras para suas atividades, procurando dar-lhe significação de atentado político contra jovem inocente, em troca da publicação da notícia num jornal inglês. O terrorismo cumpre, no Brasil, com crimes como esse, o destino inevitável dos movimentos a que faltam motivação real e consentimento de qualquer parcela da opinião pública: o de não ultrapassar os limites do simples banditismo, com que se exprime o alto grau de degeneração dessas reduzidas maltas de assassinos gratuitos".

A ação criminosa foi praticada pelos seguintes terroristas, integrantes de uma frente formada por três organizações comunistas:

- ALN - Flávio Augusto Neves Leão Salles ("Rogério", "Bibico"), que fez os disparos com a metralhadora, Antônio Carlos Nogueira Cabral ("Chico", "Alfredo"), Aurora Maria Nascimento Furtado ("Márcia", "Rita"), Adair Gonçalves Reis("Elber", "Leônidas", "Sorriso");

- VAR-PALMARES - Lígia Maria Salgado da Nóbrega ("Ana", "Célia", "Cecília"), que jogou dentro do táxi os panfletos que falavam em vingança contra os "Imperialistas Ingleses"; Hélio Silva ("Anastácio", "Nadinho"), Carlos Alberto Salles("Soldado");

- PCBR - Getúlio de Oliveira Cabral("Gogó", "Soares", "Gustavo")


- 06/03/72 - Walter César Galleti - Comerciante - SP

Terroristas da ALN assaltaram a firma F. Monteiro S/A. Após o assalto, fecharam a loja, fizeram um discurso subversivo e assassinaram o gerente, Walter César Galetti, e feriram o subgerente, Maurílio Ramalho, e o despachante Rosalindo Fernandes.


- 09/09/72 - Mário Domingos Panzarielo - Detetive Polícia Civil - RJ

Morto ao tentar prender um terrorista da ALN.


- 27/09/72 - Sílvio Nunes Alves - Bancário - RJ

Assassinado em assalto ao Banco Novo Mundo, na Penha, pelas organizações terroristas PCBR, ALN, VPR, VAR-Palmares e MR-8. Autor do assassinato: José Selton Ribeiro.


- 21/02/73 - Manoel Henrique de Oliveira - Comerciante - SP

No dia 14 de junho de 1972, as equipes do DOI de São Paulo, como já faziam há vários dias, estavam seguindo quatro terroristas da ALN que resolveram almoçar no restaurante Varela, no bairro da Mooca. Quando eles saíram do restaurante, receberam voz de prisão. Reagindo, desencadearam tiroteio com os policiais. Ao final, três terroristas estavam mortos, e um conseguiu fugir. Erroneamente, a ALN atribuiu a morte de seus três companheiros à delação de um dos proprietários do restaurante e decidiu justiçá-lo. O comando "Aurora Maria do Nascimento Furtado", constituído por Arnaldo Cardoso Rocha, Francisco Emanuel Penteado, Francisco Seiko Okama e Ronaldo Mouth Queiroz, foi encarregado da missão e assassinou, no dia 21 de fevereiro, o comerciante Manoel Henrique de Oliveira, que foi metralhado sem que pudesse esboçar um gesto de defesa. Seu corpo foi coberto por panfletos da ALN.


Por Reinaldo Azevedo



10 abril, 2016

"Eu sempre pensei que uma mulher parece mais bonita quando ela penteia o cabelo com os dedos e deixa seu cabelo secar naturalmente"

LA VICTORIA, Venezuela - O aguerrido Presidente Nicolas Maduro deu aos funcionários da administração pública [ mais de 1 milhão ] as sextas-feiras livres [ folga ] no país pelos próximos dois meses em uma tentativa de reduzir o consumo de energia elétrica no país, rico em petróleo, mas a beira de um colapso da rede elétrica.
Presidente Nicolas Maduro - Guerra Fria

Maduro também pediu que seus cidadãos que reduzissem o consumo de energia, a maior da América Latina, em uma tentativa de lidar com a crise crescente que tem perturbado a vida sócio-econômica por semanas.

Se todas as propostas do governo forem implementados, o consumo de energia pode cair em até 20%, disse Maduro.

"Eu quero evitar o doloroso racionamento", disse Maduro durante um discurso transmitido pela televisão nacional.

A Venezuela, que tem 70% de sua eletricidade de usinas hidrelétricas, está enfrentando uma crise elétrica, parcialmente causada ​​pelo fenômeno meteorológico El Niño.

A seca resultante reduziu os níveis de água nas usinas hidrelétricas do país. Maduro, que está enfrentando os pedidos para que ele se demita, também culpa a crise falando em sabotagem por seus adversários, bem como os padrões de vida mais elevados, como resultado da revolução socialista do seu governo. Maduro disse que esperava que todos os venezuelanos cooperem. Ele destacou as mulheres uma menção especial, dizendo que eles devem tentar usar menos os seus secadores de cabelo.

"Eu sempre pensei que uma mulher parece mais bonita quando ela penteia o cabelo com os dedos e deixa seu cabelo secar naturalmente", disse ele.

A oposição da Venezuela ridiculariza a proposta de economia de energia através da criação de fins de semana de três dias, dizendo que iria prejudicar ainda mais a economia do país, que já está sofrendo com a escassez em massa e inflação esperada de 700% este ano.





05 abril, 2016

"A Rússia será livre"

"A Rússia será livre" e "Rússia sem Putin"

No mês passado, dezenas de milhares de pessoas marcharam pelas ruas de cidades da Rússia para comemorar o aniversário da morte de Boris Nemtsov, um ano após o assassinato, um crítico voraz de Putin.

Em uma das maiores manifestações destinadas a lembrar o líder da oposição e para mostrar a raiva contra o presidente Vladimir Putin, com mais de 30.000 manifestantes que tomaram as ruas de Moscou cantando, "A Rússia será livre" e "Rússia sem Putin".
Guerra Fria

No dia 27 de fevereiro de 2015 , Boris Nemtsov estava em uma ponte perto da Praça vermelha de Moscou, as circunstâncias de sua morte ainda permanecem obscuras, mas acredita-se que seu ativismo político foi a causa do assassinato, alguns acreditam que foi encomendado pelo Kremlin.

Não há dúvida de que suas atividades políticas e idéias que estavam ligados à queda do comunismo na Rússia, bem como com o Movimento Democrático do país e contra a ascensão da Putinismo.

A carreira política de Nemtsov como um reformador liberal começou em Nizhny Novgorod, uma das maiores cidades da Rússia, foi representante do partido liberal [ pró-ocidental ] que atraiu apoio daqueles que se beneficiaram das reformas de 1990 na Rússia, os defensores da democracia ocidental, ea população jovem altamente qualificada das maiores cidades do país.

Em 1997, o presidente Boris Yeltsin nomeou-o primeiro vice-primeiro-ministro. No entanto, a crise financeira de 1998 destruiu a sua reputação como um jovem reformador.
Guerra Fria

Ele era conhecido por defender uma agenda liberal e democrática contra o regime autoritário de Putin. Mas a sua queda causou nos eleitores urbanos pró-mercado na Rússia, mudar o seu apoio para Putin. De acordo com Henry Hale, professor de ciência política e relações internacionais na Universidade George Washington, o aparelho repressivo de Putin, então, não iniciou o declínio político de Nemtsov, mas pode ter selado. Hale afirma que uma das principais razões pelas quais Nemtsov perdeu apoio foi que até 2003 seus seguidores e seus grupos eram todas relativamente minorias eo partido de Putin, Rússia Unida, roubou como um trovão de Nemtsov os eleitores pró-mercado.

No entanto, de acordo com Andre Mommen, professor de ciência política na Universidade de Amsterdã, "entre os liberais russos, Nemtsov foi o protagonista mais franco das reformas de mercado."

Nemtsov foi preso várias vezes por falar contra o governo de Putin. Suas prisões mais recentes foram em 2011, quando ele protestou contra os resultados das eleições parlamentares, e em 2012, quando dezenas de milhares protestaram contra Putin. Igor Ejdman, primo de Nemtsov, disse o gordonua.com portal ucraniano, que Nemtsov coletou evidências sobre as atividades do exército russo na bacia de Donetsky, e planejava publicar um livro revelando aobre as empresas obscuras e sinistras de Putin. Kszenyija Szobcsak, da televisão independente Dozsgy também disse que Nemtsov queria trazer a público as evidências da presença de tropas russas na Ucrânia oriental.

Todos os planos de Nemtsov em divulgar os negócios secretos de Putin é uma das possíveis razões pelas quais o Kremlin poderia ter atentado contra a sua vida. Afinal, a divulgação de segredos de Estado desse tipo é um risco dos mais perigosos.

A entrevista final de Nemtsov à revista Newsweek em que afirmou: "[Putin] programou meus compatriotas a odiar estranhos. Ele convenceu-os de que precisamos reconstruir a antiga ordem soviética, e que a posição da Rússia no mundo depende inteiramente de quanto o mundo tem medo de nós. Ele conseguiu fazer todas essas coisas com o estilo de propaganda de Goebbels."

O assassinato de Nemtsov não é o primeiro, nem será o último exemplo da repressão de Putin aos críticos do Kremlin. Nos últimos quinze anos tornou-se uma prática geral, que pronunciar uma opinião que não está de acordo com a propaganda pode trazer problemas.

Historiador e comentarista político, Vladimir Pribylovsky foi encontrado morto em seu apartamento em Moscou em janeiro deste ano. A causa de sua morte ainda não é clara, mas o trabalho de sua vida só foi tentar revelar a verdadeira natureza do regime de Putin. Ele foi o co-autor de The Putin Corporation: The Story of Russia’s Secret Takeover, um livro baseado em uma pesquisa meticulosa que investiga a relação "íntima" entre os oligarcas russos e Vladimir Putin. Seu outro livro, The Age of Assassins: The Rise and Rise of Vladimir Putin: How Scary Are Russia’s New Rulers? com detalhes explosivos de como uma corporação secreta cruel de até 300 espiões se apossou da Rússia. Em um de seus artigos para Open Democracy em dezembro 2014 intitulado "As lutas de poder dentro do Kremlin", afirmou, que "sob Vladimir Putin, o número de liberdades e da sua qualidade diminuiu." Ele também criticou as conseqüências econômicas da invasão da Rússia ea anexação da Criméia, em março de 2014.

Outra das vítimas do Kremlin incluem uma jornalista do jornal russo Novaya Gazeta [ parceiro no atual escândalo do Panama Papers que inclui denúncias ao Presidente Russo e seus amigos no Poder ], que é bem conhecido por sua cobertura crítica do Kremlin e do clima político do país. Anna Politkovskaya, uma das repórteres do jornal que era bem conhecida por suas reportagens críticas sobre o conflito na Chechênia, foi assassinada em 2006. Politkovskaya tinha criticado repetidamente o Kremlin por cometer inúmeros crimes de guerra na Chechênia, e denunciou Vladimir Putin por esmagar a liberdade do povo russo. Ela foi a principal crítica do estado atual das coisas na Rússia e na situação do Cáucaso do Norte, quando ela foi morta. Ela revelou crimes em os Moscovitas pró-chechenos, forças armadas e os agentes da FSB [ outro nome para KGB hoje ], envolvidos.

De acordo com a baseada em Brussels, o International News Safety Institute , 88 pessoas que trabalham para os meios de comunicação morreram de forma violenta na Rússia desde 1996. Ainda mais preocupante são os 13 assassinatos por encomenda de jornalistas cometidos na Rússia desde que Putin chegou ao poder. Com estas mortes potencialmente ligado ao Kremlin, mostra como o regime de Putin esta se tornando menos tolerantes com reportagens críticas. Ele está enviando uma mensagem poderosa de uma nova realidade palpável, que se assemelha ao dos tempos soviéticos: Se você é uma das poucas vozes que se atrevem a falar contra o governo na Rússia, as autoridades vão tratá-lo como um criminoso.

Mikhail Berger, editor do jornal de Kiev Segodnya, disse que era claro como a abordagem de Putin era para com a imprensa em uma reminiscência da era soviética: Putin tem dividido os meios de comunicação em duas categorias, aqueles que dão-lhes apoio e aqueles que não o fazem.

"Sob a União Soviética, tudo foi classificados como Soviético ou anti-Soviético. Agora sob Putin, tudo é ou Estado ou anti-Estado. A mídia tem sido repetidamente acusada pelo Kremlin de ter uma posição "anti-Estado". Em termos de liberdade de imprensa, eu acho que nós poderíamos ver um rápido retorno à União Soviética, não apenas para os anos 70, mas para os anos 40 sob Stálin", Mikhail Berger, editor do jornal de Kiev Segodnya.


Não há dúvida de que Boris Nemtsov é uma das figuras mais trágicas da oposição russa na última década. De acordo com Stefan Meister, chefe do Programa para a Europa Oriental, Rússia e Ásia Central no Robert Bosch Center para a Europa Central e de Leste, Rússia e Ásia Central do Conselho Alemão de Relações Exteriores, não só porque ele foi baleado na tenra idade de 56 anos, mas porque seu comportamento também contrastava com o comportamento dos antigos burocratas soviéticos. Como Meister escreveu em Demokratizatsiya: The Journal of Post-Soviet Democratization, um ex-morador de Nizhny Novgorod descreveu o legado de Boris Nemtsov:

... "o fantasma está morrendo lentamente de Nemtsov por quase toda parte. Muitos russos jovens e bem educados, que haviam sido nomeados durante os dois mandatos de Nemtsov, ainda estavam lá e tentaram lutar com os antigos burocratas, que não tinham interesse em reformas, estruturas eficientes ou transparência."






A Orgia entre o quê é Público e Privado

« www.occrp.org RUSSIA: A HIGH OFFICIAL GOES OFFSHORE »

O homem que já foi o vice-diretor do órgão responsável pela vida diária do Presidente da Federação Russa, Vladimir Putin, possuía secretamente a propriedade de uma empresa offshore no Panamá durante cinco anos, descartando-a apenas quando uma lei foi aprovada em 2013 especificamente proibindo a prática.

Ivan Malyushin serviu como vice-chefe do Departamento para Assuntos Presidenciais (DPA) durante os cinco anos que possuía a Anttrin Services Corp. Isso faz dele um dos mais graduados funcionários russos a transformar-se em um tesouro de registros secretos de uma empresa panamenha.

Malyushin é um dos vários funcionários russos mencionados nos documentos do Panamá, um tesouro de dados internos da Mossack Fonseca, uma firma legal panamenha que faz negócios em paraísos fiscais offshore para clientes que querem esconder suas identidades e/ou participações.

Os dados foram obtidos pelo jornal alemão Süddeutsche Zeitung e partilhada pelo Consórcio Internacional de Jornalistas Investigativos do Projeto Relatórios contra o crime organizado ea corrupção e mais de 110 parceiros da mídia em 82 países.

O DPA desempenha um papel importante na Rússia, uma vez que é responsável pelas provisões e financiamento para as atividades do presidente russo, o governo, tribunais e outras agências. O DPA administra e é proprietário de casas oficiais, carros, aviões e instalações médicas utilizadas por Putin e outros altos funcionários. Em documentos internos contidos nos arquivos da Mossack Fonseca, Malyushin foi identificado como o "beneficiário efetivo" por trás no Panama da Anttrin Services Corp., apenas em 2013, quando a empresa de repente foi fechada. Como aparece a partir de comunicações, Malyushin estava com pressa para se livrar de sua empresa. Provavelmente, isso estava relacionado com mudanças na legislação russa. No primeiro semestre de 2013, foi adotado um novo pacote de leis anti-corrupção proibindo as autoridades russas de ter contas bancárias no estrangeiro ou a utilização de instrumentos financeiros estrangeiros, incluindo ter ações de empresas.

Antes disso, os servidores públicos russos não podiam realizar "atividades empresariais", mas eles não eram impedidos de possuir ou investir em empresas.

Não é segredo que Malyushin é um homem rico. Durante seus 12 anos na DPA, muitas vezes ele relatou rendimentos elevados. Por exemplo, em 2013, Malyushin e sua esposa declararam uma renda combinada de 27,7 milhões de rublos (cerca de US$ 800.000). Eles também relataram que detinham mais de nove hectares de terra, sete casas e 12 apartamentos na Rússia.

De onde é que o dinheiro veio?

Antes de ir para a DPA, em 2003, Malyushin comandou a Direcção Estado para Construção e reconstrução de instalações no Distrito Federal do Noroeste, que supervisionou a reconstrução do Palácio de Constantino, que tem sido chamado de "Versalhes russa". Localizado em Strelna perto de St -Petersburg, ele é considerado um excelente exemplo da arquitetura russa do século XVIII. Uma vez no DPA, ele fez parte da equipe que conseguiu numerosos projetos de construção, incluindo a renovação de hotéis de luxo que mais tarde recebeu delegações oficiais durante os Jogos Olímpicos de de Inverno em Sochi 2014. Apesar da proibição de "atividade empresarial", Malyushin enquanto servia no DPA, realizou ações em empresas envolvidas no setor imobiliário, restauração e outros negócios. A esposa e filhos de Malyushin também realizaram ações de uma série de empresas que anualmente se transformam ao longo do tempo em bilhões de rublos, incluindo empresas de construção, cafés, plantas de fabricação plástico e salões de beleza.

Parceiros criminais

Um dos parceiros de negócios mais próximos de Malyushin é Gennady Petrov, considerado pela aplicação da lei Européia o líder do grupo criminoso Tambovskaya que se originou em 1988 em São Petersburgo.

Petrov foi preso na Espanha em 2008 durante a operação especial Troika. Juntamente com várias outras figuras do crime russo, Petrov foi indiciado em numerosas acusações, incluindo lavagem de dinheiro, evasão fiscal, fraude, tráfico de armas, tráfico de drogas, extorsão, ordenando assaltos e assassinatos.

Como Promotores espanhóis provaram?

Por meio de escutas a polícia provou que Petrov e seu grupo estavam conectados com as mais altas autoridades russas. A rede de Petrov em Moscou, de acordo com a acusação, incluía Viktor Zubkov, ex-primeiro-ministro e atual presidente do conselho de administração da Gazprom; Anatoly Serdyukov; e o vice-primeiro-ministro Dmitry Kozak.

Segundo os promotores espanhóis, Petrov tinha amigos influentes entre os altos funcionários do judiciário russo. Por exemplo, a polícia diz que Petrov ajudou o ex-colega Putin Alexander Bastrykin a se tornar o chefe do poderoso Comitê Investigativo, que lida com casos mais sensíveis no país.

Nikolay Aulov, vice-chefe do Serviço de Controle de Drogas Federal, é descrito na acusação como "uma das pessoas mais importantes para Petrov" na Rússia (investigadores registraram 78 telefonemas entre Aulov e Petrov). Malyushin não foi identificado por investigadores espanhóis no caso, mas os repórteres da OCCRP encontraram numerosas ligações entre Malyushin e Petrov.

A empresa de Malyushin, Baltprod com propriedade de 18% das quota da Soft Terminal, uma empresa de desenvolvimento de software. Ao mesmo tempo, outro 18% da Soft Terminal pertencia a Inversiones Gudimar SL, uma empresa espanhola controlada por Petrov. A Baltprod também possuía 50% da Ligovskiy 67, uma empresa de hotelaria. A outra metade da empresa pertencia a Alivekt, que foi criada em São Petersburgo, em 1991, sob a supervisão da Comissão dos Negócios Estrangeiros e Relações Econômicas.

Naquela época, a comissão era chefiada por Vladimir Putin. De acordo com a aplicação da lei espanhola, Alivekt era controlada por Petrov (e mais tarde por seu filho Anton).

Os filhos de Malyushin também estavam envolvidos em negócios conjuntos com Petrov.

Por exemplo, Petrov na Inversiones SL Gudimar tinha de 25% da Line Balt, uma operadora móvel de St. Petersburg. Outros 25% da Balt Line, que se dissolveu em 2011, foi controlada pelo filho de Malyushin, Nikita, e os repórteres da OCCRP encontraram outras ligações entre as famílias também.

A próxima etapa

A partir de janeiro de 2015, Malyushin já não era mais um funcionário de Estado, e, portanto, não está mais sujeito a regras anti-corrupção do governo. Em 08 de setembro de 2015, ele fundou uma nova empresa, a chamada DSR, que é Direção de construção e reconstrução. O nome evoca a DSR SZFO (que é a Direcção para a construção e reconstrução de objetos para o Distrito Federal do Noroeste) do DPA. Mas, enquanto diferente da estatal, a nova empresa é privada, Malyushin tem uma participação de 40%. O interesse é que os 60% restantes da empresa pertence às pessoas cujos nomes coincidem com ex-subordinados de Malyushin que estão ainda trabalhando para o governo. 20% da nova DSR privada pertence a Marina Elovchenkova, que de acordo com o site oficial do DPA é a atual Diretora como Primeira-Vice da estatal DSR SZFO. Os 40% restantes é dividida igualmente entre dois outros diretores-adjuntos, Viktor Borschev e Valery Gorelov
Guerra Fria




Comunismo é amor e fraternidade... só que não!!!

Guerra Fria
Seoul (AFP) - O órgão militar da Coréia do Norte acusou os Estados Unidos de liderar "forças hostis" no cerco ao país como à Leningrado na II Guerra Mundial e Cuba durante a crise dos mísseis na Guerra Fria. Em um comunicado divulgado nesta segunda-feira pela agência de notícias KCNA [ Agência de notícias oficial da Coréia do Norte ], um porta-voz da Comissão de Defesa Nacional (NDC) também disse que as últimas sanções da ONU impostas a Pyongyang por causa de seu programa de armas nucleares eram "anacrônicas e suicidas" e poderiam provocar um ataque nuclear contra o continente norte-americano. O Conselho de Segurança das Nações Unidas adotou as mais duras sanções econômicas sobre a Coréia do Norte depois que Pyongyang realizou o seu quarto teste nuclear em janeiro e depois do lançamento de um foguete ao espaço um mês depois, que foi visto como um teste disfarçado para um míssil balístico. O porta-voz da NDC disse que as sanções eram obra "dos EUA e outras forças hostis", que tem a intenção de atacar a Coréia do Norte "em rebanho para tragá-la." "O bloqueio de Leningrado que atingiu o terror nos corações das pessoas ... e a crise do Caribe na época da Guerra Fria dificilmente podem ser comparadas com a situação atual", disse o comunicado. Longe de quebrar o Norte, esse tratamento só irá reforçar a sua determinação, acrescentando que Washington estaria projetando uma crise que poderia levar aos norte-coreanos a "fazer um ataque nuclear retaliatório no continente americano a qualquer momento". A Coréia do Norte tem feito ameaças de ataque nuclear contra os Estados Unidos ea Coréia do Sul durante semanas, depois que os dois países lançaram exercícios militares em conjuntos em grande escala e que Pyongyang vê como um ensaio provocante para a invasão. Ele também reivindicou uma série de avanços importantes no desenvolvimento de uma capacidade de ataque nuclear de longo alcance, embora a maioria dos especialistas acreditam que ainda a Coréia do Norte esteja a anos de ser capaz de lançar qualquer tipo de ataque de mísseis sobre os EUA.

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04 abril, 2016

"O objetivo é restabelecer a idéia de defender a liderança do partido."

A China está lançando um sistema nacional de controle social conhecido como "gestão da rede", em um renascimento da presença do Estado na vida residencial, que tinha diminuído sob a sociedade liberalizado durante as últimas décadas. Das cidades cobertas de fumaça na planície norte da China até a capital tibetana politicamente sensível de Lhasa, pequenas cabines policiais e redes de cidadãos foram criadas bloco por bloco para manter um olho em qualquer um considerado um causador de problemas. O lançamento coincide com um aperto mais amplo do controle do Estado sobre a sociedade civil ea repressão aos dissidentes no governo do presidente Xi Jinping. "O sistema de gestão da rede é uma tentativa por parte das autoridades para restabelecer seu controle sobre os indivíduos", disse Li Dun, um especialista em gestão pública da Universidade de Tsinghua, em Pequim. "O objetivo é restabelecer a ideia de defender a liderança do partido."
Ah... O Xi Jinping também está no escândalo da semana do Panama Papers...
Guerra Fria

02 abril, 2016

A Esquerda encurralada é capaz de tudo?

A Esquerda encurralada é capaz de tudo?

Os eventos que levaram Vargas ao suicídio são de amplo conhecimento, crise econômica, crise institucional, corrupção, etc... As conseqüências no amanhecer daquele dia são menos conhecidos: destruição de Jornais opositores, destruição da sede de Partidos opositores de direita( liberais e conservadores de fato e de direito ) e a sua impotência em se estabelecer até hoje, invasão de embaixadas e empresas norte-americanas, e a pior coisa causada: a instalação de uma esquerda intervencionista estatal que esteve presente inclusive no período da ditadura militar com as mesmas características dos socialistas.

Com a nova ratoeira que a esquerda se prendeu sozinha por sua incompetência e mesmos métodos usados em todos os lugares que opera essa ideologia nefasta, repetindo Vargas e outros ditadorzinhos. Lula e seus aspones com promessas de ódio, com discursos abertos de virulência com a oposição, com os desejos de embate e derramamento de sangue, com as acusações de um falso golpe, com as esperanças de um silêncio da República de Curitiba morrendo, falando em morte com a exumação do caso das mortes de Celso Daniel e do Toninho do PT voltando à tona, levando-se em conta que o Marxismo Cultural se baseia em uma única coisa: A emoção do ódio irracional de grupos atiçado contra o seu oposto, faço uma pergunta:

A Dilma pode sofrer um atentado planejado de dentro de suas linhas vermelhas para salvar o PT, criando um mártir para ser usado o sentimento do povo brasileiro contra ele mesmo, voltando ao estado de vítimas os gerentes da corrupção?


A Esquerda encurralada é capaz de tudo

01 abril, 2016

Fogo 🔥 na Guerra Fria Brasileira


Guerra Fria
jovempan.uol.com.br
O escritório da ex-contadora de Alberto Youssef, Meire Poza, foi atingido por um incêndio na noite desta quinta-feira (31). O escritório de contabilidade fica na Avenida Santo Amaro, bairro do Itaim Bibi, zona sul de São Paulo.

Pelo menos cinco salas comerciais foram atingidas pelo incêndio e o teto desabou. O prédio fica no Itaim Bibi, na Zona Sul de São Paulo. O fogo assustou os alunos de uma academia de luta que fica no andar de baixo, mas ninguém ficou ferido. "O que me veio na cabeça é que pode ter sido algum tipo de retaliação", afirma Poza. Ela entregou à Polícia Federal um suposto documento comprovando o empréstimo de R$ 6 milhões para Ronan Maria Pinto, preso em nova fase da Operação Lava Jato nesta sexta-feira (01º).

"Não sei se foi uma retaliação de todo mundo que ficou com raiva de mim", disse, chorando.

30 março, 2016

Há Vagas! Precisa-se de Ditador Comunista em Cuba.

Incomum Erupção de Dissentes Dentro Partido Comunista de Cuba
por Andrea Rodriguez e Michel Weißenstein
Associated Press 30 de março de 2016, 9:36

Dias depois da visita histórica do presidente Barack Obama, os líderes do Partido Comunista de Cuba estão sob críticas da opinião pública, altamente incomum de dentro de suas próprias fileiras pela imposição nos novos níveis de sigilo sobre o futuro das reformas sociais e econômicas. Depois de meses de fervura do descontentamento, queixas entre os membros do partido tornaram-se tão aquecidas que o seu jornal oficial, Granma, se dirigiu a eles em um artigo de primeira página longo na segunda-feira. Ele dizia que a insatisfação pública com a falta de discussão aberta antes do próximo Congresso do Partido Comunista no próximo mês é "um sinal da democracia e participação pública que são características intrínsecas do socialismo que estamos a construir." O artigo fez pouco para acalmar muitos membros do partido, alguns dos quais estão querendo que a reunião seja adiada para permitir o debate público sobre os planos do governo para continuar as reformas orientadas para o mercado e a economia centralmente controlada de Cuba.

"A base do partido está irritada, e com razão," membro do partido e observador intelectual Esteban Morales escreveu em um post publicado antes da visita de Obama. "Nós fomos para trás em termos de democracia no partido, porque nós esquecemos sobre a base, aqueles que estão lutando e enfrentando nossos problemas em uma base diária." Em todo o país, partido do governo de Cuba está enfrentando duros desafios enquanto tenta governar uma população cada vez mais cínica e desencantada.

Lutando para alimentar suas famílias com salários do estado em torno de US$ 25 por mês, muitos cubanos comuns vêem seu governo como gritantemente ineficiente e não respondendo às necessidades das pessoas comuns. A raiva aberta entre os membros proeminentes do partido no meio de reformas sócio-econômicas radicais e normalização das relações com os Estados Unidos aponta para uma crise mais profunda de credibilidade para o partido que controla praticamente todos os aspectos da vida pública em Cuba há mais de meio século. O artigo no Granma apareceu menos de uma semana depois que Obama deu uma resposta entusiástica a muitos cubanos comuns os chamando tanto para um fim das hostilidade da Guerra Fria e de mais liberdade política e econômica na ilha. O artigo não assinado compartilha a primeira página com a resposta com as palavras duras de Fidel Castro para Obama, em que com 89 anos o pai do sistema socialista de Cuba disse: "Minha sugestão modesta é que ele refletia e não tentar desenvolver teorias sobre a política cubana." Muitos cubanos são céticos sobre o capitalismo de livre mercado, com medo do poder americano e não podem imaginar uma sociedade sem os cuidados de saúde gratuitos e educação postas em prática pela revolução de 1959. O membro do partido Francisco Rodriguez, um ativista gay e jornalista de um jornal estatal, disse que o discurso televisionado nacionalmente de Obama, em Havana Velha, a sua conferência de imprensa com o presidente de 84 anos de idade, Raul Castro e um fórum presidencial com empresários cubanos representou uma espécie de "evangelização capitalista" que muitos membros do partido não gostam.

Rodriguez disse à Associated Press que os recedos bem recebidos de Obama com o povo cubano tinha, no entanto, aumentado a pressão sobre o Partido Comunista e seus 700.000 membros para forjar uma visão mais unificada e credível do futuro.

"A visita de Obama requer, daqui para frente, ser trabalhada em debate e defensa do nosso consenso social sobre a revolução", disse Rodriguez.

Enquanto os líderes não eleitos de Cuba mantém um controle rígido do partido e do sistema mais amplo, o último congresso do partido em 2011 foi precedida por meses de debate vigoroso em reuniões do partido sobre documentos pormenorizadas que as reformas que têm diminuído a burocracia estatal e permitiu que 1,5 milhões de cubanos começassem a trabalhar no setor privado. Na preparação para o congresso do partido programada para começar 16 de abril, não existem documentos tornados públicos, sem debate, muitos dos membros mais conhecidos do partido permanecem no escuro sobre a próxima fase das reformas de Cuba. O Granma disse que 1.000 dos membros de alto nível do partido estão na revisão do documentos-chave. "Minha insatisfação está enraizada na falta de discussão dos documentos centrais, o segredo até hoje, tanto entre as organizações de base do partido como o resto da população", escreveu Rodriguez em uma carta aberta no domingo a Raul Castro, que é também o líder do Partido Comunista.

Sob a orientação dos Castros, o congresso de 2011 do partido ajudou a afrouxar o controle estatal nas opções econômicas dos cubanos e algumas liberdades pessoais, movendo o país em direção a mais auto-emprego, maior liberdade para viajar e maior capacidade de vender carros pessoais e imobiliário. O artigo do Granma argumentou que os meses de debate antes da aprovação dessas reformas feitas em nova rodada de discussão pública é desnecessária. Ele também reconheceu que apenas 21% das reformas tinha sido concluída como previsto. Entre 16-19 de abril, o congresso do partido "nos permitirá definir com maior precisão o caminho que devemos seguir para que a nossa nação, soberana e verdadeiramente independente desde 01 de janeiro de 1959, para a construção de um socialismo próspero e sustentável", do artigo do Granma. Rodriguez, que trabalha em estreita colaboração com a filha de Castro, Mariela, a diretora do Centro Nacional de Educação Sexual, disse que a peça do Granma foi insatisfatória. Ele pefe para que o Sétimo Congresso do Partido seja adiado, dizendo que muitos colegas de partido compartilham do seu ponto de vista. Nos dias após o artigo Granma apareceram cerca de duas dezenas de pessoas, muitos se identificam como membros do partido, postando longos comentários no site do jornal moderado pelo governo que criticava o artigo e o sigilo em torno do próximo congresso do partido, que é amplamente visto como a marca da transição do poder dos homens idosos que lideraram a revolução de Cuba a uma geração mais jovem.

"É um dos últimos congressos dirigidos pela geração histórica". "Esta é, penso eu, um mau precedente para os futuros líderes, que vão sentir como se eles tivessem o direito de ter congressos do partido sem a participação popular."

Andrea Rodriguez Twitter: www.twitter.com/ARodriguezAP
Michael Weissenstein Twitter: www.twitter.com/mweissenstein
Cuba busca herdeiros

06 março, 2016

O Vale da Morte do Hezbollah

O Vale da Morte do Hezbollah

Política Externa | 03 de março de 2016

Em um pequeno enclave entre a Síria e Israel, o Hezbollah está se preparando para o que diz será a sua maior guerra.

Shebaa, Líbano - Esta pequena cidade libanesa atravessa um vale íngreme, com a Síria de um lado e Israel do outro. Ele senta-se sob o olhar atento de uma base militar israelense situado no topo de uma montanha nas proximidades, enquanto um posto de observação ocupado por forças de paz da ONU de outro. O exército libanês mantém uma variedade de posições dentro da cidade e seus arredores e as montanhas cobertas de neve ocupados por Israel e Síria, As Colinas de Golan podem serem vistas claramente do centro da cidade. Este é o lugar onde muitos conflitos da região cruzam. É também onde eles mais amplificam um ou outro. Algumas milhas a leste, no lado sírio da fronteira, um conjunto de forças de oposição - incluindo os filiados da Al Qaeda, Frente Al-Nusra, grupos dentro do Exército Sírio Livre, e milícias alinhadas com o Estado islâmico - mantem o terreno. Dentro do vale, Israel e Hezbollah observam o outro com cautela.

O Hezbollah está contando com isso, ponto de inflamação para qualquer futuro conflito com Israel. No combate ao lado do governo sírio, o Hezbollah não só perdeu a vida de mais de 1.000 de seus combatentes, mas também ganhou um nível de experiência tática e armamento, que fez dela uma força muito mais ameaçadora para os seus inimigos em outros lugares na região. As pessoas próximas ao grupo dizer que, pela primeira vez o Hezbollah tem a capacidade de trazer uma guerra com Israel em território israelense.

"Na próxima guerra, o Hezbollah não vai ficar nas fronteiras e os assentamentos israelenses no norte não estarão protegidos contra isso", disse uma fonte próxima ao movimento com base no sul do Líbano.

"O Hezbollah vai trazer a guerra com eles, ea maior preocupação de Israel é sobre a experiência do Hezbollah na Síria, já que agora tem a experiência para ser ofensivo ao invés de apenas defensivo."

Entre mísseis guiados e retaliações recentes do Estado Islâmico e Hezbollah contra Israel ocorreram perto Shebaa, destacando nesta área, como o ponto fraco da segurança de Israel.

No mês passado, em meio a névoa espessa, vários combatentes do Hezbollah cruzaram no sopé da cidade dividindo pelas Fazendas de Shebaa, ocupadas pelos israelenses. Deslizando passando por vários radares israelenses e posições militares, eles plantaram um dispositivo explosivo improvisado apenas alguns metros de distância da grande base militar israelense na área. Dois dias depois, o IED foi detonado, danificando um blindado bulldozer D9 e Humvee militar. Enquanto o incidente passou sem ganhar muita atenção - não houve mortes - destacou a capacidade do grupo armado libanês de penetrar em território ocupado por Israel. Outros ataques do Hezbollah na área têm sido mortais. Na seqüência de um ataque israelense sob vários membros-chave do Hezbollah na província de Quneitra da Síria em janeiro de 2015, o Hezbollah retaliou disparando vários mísseis contra uma patrulha israelense em Shebaa, matando dois soldados.

No lado israelense, altos funcionários confirmaram que o Hezbollah continua a ser uma das principais ameaças à segurança do país e levantou a possibilidade de uma ofensiva em grande escala contra o grupo.

"O Irã está travando uma guerra contra Israel através de proxies como o Hezbollah no Líbano, que hoje constitui a mais grave ameaça para Israel", disse o chefe do exército israelense Gadi Eizenkot, arquiteto da "doutrina Dahiya", o nome de um bairro do sul de Beirute, que apela a um uso desproporcionado da força para alcançar os objetivos militares.

O ministro da Defesa de Israel, Moshe Yaalon foi ainda mais longe. "Na Síria, se a escolha é entre o Irã eo Estado Islâmico, escolho o Estado Islâmico", disse ele durante uma conferência no Instituto de Estudos de Segurança Nacional no mês passado.

"O Irã determina o futuro da Síria, e se conduzir a perpetuação, a hegemonia iraniana na Síria será um enorme desafio para Israel."

Enquanto o Hezbollah disparou em grande parte foguetes não guiados para Israel durante a guerra de 2006, as suas capacidades de armas alegadamente recebeu uma grande atualização . De acordo com analistas e fontes próximas ao partido, o grupo está na posse de mísseis balísticos táticos, mísseis Scud, Fateh-110, mísseis iranianos, e M-600 mísseis, uma versão síria modificada do Fateh-110.

"Agora, o Hezbollah tem a capacidade de atingir as munições guiadas através de Israel; eles podem atingir alvos dentro de Israel - incluindo as zonas central e sul - com maior precisão, incluindo postos de comando, aeródromos, e as principais metas econômicas ", disse Jeffrey White, analista de defesa do Instituto Washington para Política do Oriente Próximo.

A Cada Branca disse que o Hezbollah também parece ter adquirido sistemas de defesa aérea avançados e mísseis de cruzeiro navais Yakhont, o que também poderia potencialmente ameaçar a força aérea de Israel e alvos como plataformas de petróleo do país no mar Mediterrâneo.

"Isso é novo", disse ele. "Noventa e cinco por cento da atividade naval em 2006 foi do lado israelense, então na próxima guerra das operações navais podem ter um olhar completamente diferente."

As inúmeras incursões realizadas pela força aérea israelense na Síria desde 2013, supostamente visou esconderijos de armas pertencente ao Hezbollah, testemunham a profundidade dos medos do país sobre aquisição de armas avançadas neste grupo.

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu tem alertado repetidamente que a transferência de armas para o Hezbollah é uma "linha vermelha".

"Se alguém quer usar o território sírio para transferir armas nucleares para o Hezbollah, vamos tomar medidas", disse ele durante uma entrevista para a CNN no ano passado. "E continuaremos a fazer isso."

No mês passado, o Comando do Norte de Israel - incluindo as suas unidades navais e forças aéreas -fizeram um exercício maciço de treinamento de duas semanas em preparação para a possibilidade de uma guerra em várias frentes em sua fronteira norte. E no início deste mês, a força aérea israelense realizou ataques simulados sobre posições militares do Hezbollah e campos de treinamento na cidade libanesa oriental de Baalbek, fontes de filiados ao partido especulam que foram feitas para testar o nível de resposta do Hezbollah.

"Os israelenses querem ver que tipo de sistemas de defesa aérea o Hezbollah podem ter em posse", disse uma fonte. As Forças de Defesa de Israel também mudaram a sua avaliação operacional para refletir a probabilidade de que o Hezbollah estaja na posse de sistemas de mísseis terra-ar avançados e tenham a capacidade de direcionar à jatos de combate israelenses. Mas fontes dentro do movimento foram tímidas quando lhe perguntaram sobre as novas armas do Hezbollah que poderiam ser usadas em uma guerra futura.

"Cada guerra há novas surpresas em termos de armas, e nós nunca revelaremos o quê temos até o momento pronto", disse outra fonte acrescentando um sorriso.

25 dezembro, 2015

Ho Chi Minh - Vietnã Sob as Botas do Comunismo


Ho Chi Minh
Ho Chi Minh - Bio Resumo: Foi o líder do movimento nacionalista Vietnamita por quase três décadas.
Ho Chi Minh (19 maio de 1890 - 02 de setembro de 1969), fundador do Partido Comunista da Indochina (1930) e do seu sucessor, o Viet-Minh (1941), presidente de 1945-1969 da República Democrática do Vietnã ( Vietnã do Norte ).
« Vietnã » Localização: Sudeste da Ásia
Capital: Hanói
Regime comunista: 1945 -
Estado atual: Sob regras comunistas
Vítimas do Comunismo: + 1.000.000
Ho Chi Minh
Com sua decisão de se juntar aos comunistas, a carreira de Ho Chi Minh deu uma guinada acentuada. Por um lado, ele se tornou um perito residente do Partido Comunista Francês em assuntos coloniais e editava o Le Paria, o semanário da União Intercolonial, ao qual ele foi fundamental na fundação em 1921. Este grupo era um conglomerado de inquietos argelinos, senegalêses, exilados indianos e asiáticos ocidentais em Paris que estavam unidos por um nacionalismo fervoroso e, em menor medida, por um compromisso comum para o comunismo.
Por outro lado, a aparência frágil de Ho Chi Minh tornou-o um orador por sorte, viajando pela França para falar com uma multidão de soldados vietnamitas e mercenários de guerra que estavam aguardando a repatriação. Além disso, Ho Chi Minh gravitou em Moscou, o centro nervoso do comunismo mundial, indo pela primeira vez em 1922 para o IV Congresso do Comintern, onde conheceu Lênin e tornou-se membro do Comintern do Sudeste Asiático.
Ho Chi Minh tornou-se um orador energético, atendendo todas as necessidades comunistas reinantes e ajudando a organizar o Krestintern, ou camponês internacional, para o "trabalho revolucionário" entre os povos coloniais.
Depois de uma breve estada na França, Ho Chi Minh voltou para Moscou, se configurando como a sua base por muitos anos.
Ele freqüentou a Universidade dos Trabalhadores do Oriente, recebendo treinamento formal no marxismo e as técnicas de agitação e propaganda. Após seus estudos em Moscou, Ho Chi Minh foi enviado para o Cantão, China, em 1925 como um intérprete para Michael Borodin, um dos líderes da missão soviética para ajudar a Chiang Kai-shek em favor do herdeiro Comunista de Sun Yat-sen. Uma vez no Cantão, Ho Chi Minh começou a espalhar o espírito da "revolução" no Extremo Oriente. Ele organizou refugiados vietnamitas na Associação Juvenil Revolucionária do Vietnã e configurou a Liga dos Povos Oprimidos da Ásia, que logo se tornou o Partido Comunista dos Mares do Sul, o precursor de vários grupos comunistas nacionais, incluindo o próprio partido Comunista da Indochina.
Por dois anos, até julho de 1927, quando Chiang agiu sobre os seus aliados comunistas, Ho Chi Minh enviou membros Vietnamitas para a escola militar de Chiang em Whampoa durante a realização de um curso de formação intensivo de agitação política para seus compatriotas.
Fuga para Moscou
Depois, Ho Chi Minh fugiu para Moscou por meio do Gobi. Sua vida imediatamente a seguir não é clara, mas acredita-se que ele viveu em Berlim por um tempo e viajou pela Bélgica, Suíça e Itália, usando uma variedade de passaportes. Depois de 1928 Ho Chi Minh aparece no leste da Tailândia, disfarçado de monge budista com a cabeça raspada, viaja entre os exilados vietnamitas e organiza grupos políticos e jornais publicados que foram contrabandeados através da fronteira com o Vietnã.
Em 1930, no conselho do Comintern, Ho Chi Minh foi fundamental na resolução das disputas vexatórias que tinham surgido entre os comunistas na Indochina e na organização do Partido Comunista da Indochina, que mais tarde se tornou o Partido Comunista Vietnamita e, ainda mais tarde, o Partido Vietnamita dos Trabalhadores.
Nesse mesmo ano, uma rebelião camponesa irrompe no Vietnã, com o apoio dos comunistas. Com sua supressão pelos franceses, Ho Chi Minh é condenado à morte. Na época, ele estava em uma prisão britânica em Hong Kong, depois de ter sido preso por lá em 1931 por atividades subversivas. Os franceses pediram a sua extradição, mas Ho Chi Minh argumentou que ele era um refugiado político e não estava sujeitos à extradição. O caso, que foi tratado em Londres por Sir Stafford Cripps em um apelo ao Conselho Privado, foi decidido em favor de Ho Chi Minh. Ele foi liberado, e fugiu Hong Kong disfarçado (desta vez como um comerciante chinês) e fez o seu caminho de volta para Moscou.
Lá, estudou em escolas comunistas - o Instituto para as questões coloniais ea Escola Lênin, no entanto, de volta à China em 1938, agora como um operador de comunicações com o VIII Exército de Mao Tse-tung. Posteriormente, ele encontrou o seu caminho para o sul e entrou Vietnã em 1940, pela primeira vez em 30 anos.
O "timing" foi um golpe de mestre, para os japoneses, praticamente sem oposição, haviam tomado o controle eficaz da Península da Indochina e os administradores franceses, a maioria deles adeptos, concordando em cooperar com os japoneses. Com grande ousadia e imaginação, Ho Chi Minh aproveitou a II Guerra Mundial para reunir uma coalizão de nacionalistas e comunistas vietnamitas que foi chamado de Vietminh, ou Frente da Independência.
O Vietminh criou uma força de 10.000 homens da guerrilha, "Homens de Preto", que lutaram contra os japoneses nas selvas com sucesso notável. As ações de Ho Chi Minh projetou-o no cenário mundial como o líder nacionalista Vietnamita e como um aliado dos Estados Unidos contra os japoneses.
"Eu era um comunista", disse ele, em seguida, "mas eu não sou mais um. Eu sou um membro da família vietnamita, nada mais."
Em 1942, Ho Chi Minh foi enviado para Kunming, supostamente a pedido de seus assessores militares americanos, foi preso lá pelos homens de Chiang Kai-shek e encarcerado até setembro de 1943, quando foi solto, a pedido norte-americano. Em sua liberação, de acordo com o Sr. Fall, Ho Chi Minh cooperou com um general nacionalista chinês na formação de um grande grupo Vietnamita. O resultado disso foi que, em 1944, Ho aceitou uma cargo no Governo Republicano Provisório do Vietnã. Este governo foi em grande parte um faz de conta, mas permitiu a Ho Chi Minh acesso ao Escritório Americano de Serviços Estratégicos.
Assim, quando o Vietminh de Ho assumiu Hanói em 1945, altos funcionários militares americanos estavam em sua comitiva.
Foi nesse período que ele tomou o nome de Ho Chi Minh.
A Independência proclamada com o fim da II Guerra Mundial, Ho Chi Minh proclamou a independência do Vietnã, mas levou nove anos para a sua declaração se tornar um fato eficaz.
Em primeiro lugar, no âmbito do Acordo Big Three em Potsdam, os nacionalistas chineses ocuparam Hanói no setor norte do Vietnã.
Em segundo lugar, os franceses (em navios britânicos) chegaram para recuperar Saigon eo segmento sul do país.
E em terceiro lugar, a coalizão nacionalista de Ho Chi Minh estava tensa sob pressão desses eventos.
Formando uma nova força de guerrilha em torno do Vietminh, Ho Chi Minh e seus colegas, de acordo com a maioria das contas, tratou sumariamente com dissidentes dispostos a lutarem na forma de Ho Chi Minh pela independência.
Assassinatos foram freqüentemente relatados.
Entretanto, como os chineses se retiraram do norte eo avançado francês no sul, Ho Chi Minh negociou com os franceses para salvar o seu regime nacionalista.
Em um compromisso que Ho Chi Minh trabalhou em Paris, 1946, ele concordou em deixar a República Democrática do Vietnã e se tornar uma parte da União Francesa como um estado livre dentro da Federação. Os franceses reconheciam Ho Chi Minh como chefe de estado e prometeram um plebiscito no sul do país sobre a questão de um Vietnã unificado sob Ho Chi Minh.
No início de 1947, o acordo havia sido quebrado, e os homens de Ho Chi Minh estavam lutando contra o Exército Francês. Os guerrilheiros do Vietminh lutavam nas selvas e aldeias, os franceses nas cidades.
Por sete anos a guerra foi travada enquanto as forças de Ho Chi Minh ganhavam força, espremendo mais e mais as forças francesas. Na maior parte desse tempo, Ho Chi Minh ficou isolado diplomaticamente, pois ele não foi reconhecido pela China comunista ou pela União Soviética até a sua vitória sobre a França ficar praticamente assegurada.
Em um esforço para escorar as suas forças políticas, a França ressuscita Bao Dai, o fantoche dos japoneses que tomou o título de Imperador.
Corrupto e pervertido, logo se mudou com as suas amantes para a França, deixando um regime fraco e fragmentado em Saigon. Isso, é claro, não trouxe nenhum apoio ao exército francês, que também foi solapado por táticas de guerrilha.
Finalmente, em 8 de Maio de 1954, as forças francesas foram decisivamente derrotado em Dienbienphu. A guerra da Indochina terminará oficialmente em julho a um custo para os franceses de 172.000 vítimas e ao Vietminh talvez com três vezes mais vítimas. O acordo de cessar-fogo foi assinado em Genebra, 21 de julho de 1954, e representou muito menos do que as esperanças de Ho Chi Minh. Mas por essa altura os Estados Unidos estavam envolvidos no Vietnã no lado francês através de US$ 800 milhões por ano em ajuda econômica. O medo da expansão comunista na Ásia dominou Washington, com o vice-presidente Richard M. Nixon, dizendo:
"Se, para evitar a expansão comunista na Ásia, temos de assumir o risco de colocar nossos meninos, eu acho que o Poder Executivo tem que fazê-lo."
O Acordo de Genebra, no entanto, dividia o Vietnã no paralelo 17, a criação de um Vietnã do Norte e um Vietnã do Sul.
Ele removeu a administração francesa da península e instituía para todos os Vietnãs eleições em 1956 como um meio de unificar o país. Apesar de uma das partes no Acordo de Genebra, os Estados Unidos se recusaram a assiná-lo.
O Vietnã do Sul, também um não-signatário, recusou-se a realizar as eleições. Enquanto isso, os Estados Unidos construíram sua base militar em Saigon e seu apoio ao regime do presidente Ngo Dinh Diem como um contraponto à ação das guerrilhas continuada da Frente de Libertação Nacional que se tornaram pronunciadas após 1956.
A frente, tecnicamente independente de Ho Chi Minh, no Norte, teve aumento na sua influência na década de sessenta. Forneceu-se armas americanas e capturadas a partir de material que vinha através do Norte.
Começando em 1964, milhares de soldados norte-americanos foram vertidos para o Vietnã do Sul para lutarem contra o "Vietcong" e, em seguida, para bombardearem o Vietnã do Norte. A interrupção do bombardeio americano em 1968 finalmente levou a negociações de paz em Paris, mas, entretanto, os combates no Vietnã do Sul continuaram.
Ho Chi Minh estava confiante da vitória. Em 1962, quando a guerra ainda era um conflito localizado entre as forças Vietnamitas do Sul e 11.000 conselheiros americanos de um lado e uma força de guerrilha menor, por outro, ele disse a um visitante francês:
"Demorou oito anos de luta amarga para derrotar vocês franceses, e vocês conheciam o país e tinham algumas velhas amizades aqui. Agora, o regime sul-vietnamita é bem armado e ajudado pelos americanos. Os americanos são muito mais fortes do que os franceses, embora eles não nos conheçam tão bem. Por isso, talvez possa demorar 10 anos para fazê-lo, mas os nossos heróicos compatriotas do Sul vão derrotá-los no final."
Ho Chi Minh ainda estava confiante no início de 1967, quando ele falou com o Sr. Ashmore e Mr. Baggs.
"Temos tido lutas por nossa independência por mais de 25 anos," ele disse, "e, claro, nós prezamos a paz, mas nós nunca renderíamos a nossa independência para comprar uma paz com os Estados Unidos ou qualquer outra parte."
No final da conversa, ele cerrou o punho direito e disse emocionalmente:
"Você deve saber da nossa resolução. Nem mesmo suas armas nucleares nos obrigariam a rendermos depois de tanto tempo e da violenta luta pela independência do nosso país."
De sua própria morte, ele parecia sem emoção. Ele havia sido instado a desistir dos cigarros, mas ele insistiu em fumar.
"Quando você é tão velho como eu sou," ele comentou: "você não se preocupa com o mal dos cigarros."
Ver também: « Eu queria enviar uma mensagem para as pessoas que querem lutar pela liberdade, que os ditadores não podem ganhar colocando-os na prisão. Eu quero provar que você não pode, pela força, silenciar alguém que não concorde com você. »

« I wanted to send a message to the people who wanted to fight for freedom that the dictators could not win by putting us in jail. I wanted to prove that you cannot, by force, silence someone who doesn't agree with you. »

Um dos mais proeminentes dissidentes do Vietnã « Doan Viet Hoat ».
Ho Chi Minh, the Villain of Vietnam